Tecnologia de Informação: Crie seu avatar e interaja no My Inova Day 2020, no próximo dia 7

Poder interagir dentro de um ambiente virtual com um avatar, acessar palestras, encontrar com conhecidos em seu mercado e conversar com outro participante em um evento.

 

Esta será a dinâmica do My Inova Day edição 2020, evento tradicional do setor de tecnologia da informação (TI) que é promovido pela Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação no Paraná (Assespro-PR).

 

O evento, que reservava anualmente até três dias de programação e se chamava My Inova Summit, neste ano se chamará My Inova Day por conta da pandemia de Covid-19.

 

Mas a dinâmica inovadora e online compensará, é o que garante o presidente da entidade organizadora, Adriano Krzyuy. “O ponto central será a interatividade e este é precisamente o valor das plataformas baseadas em avatares: podem reproduzir a experiência de assistir a um evento da vida real, como costumávamos fazer, mas em um formato virtual, interagindo e se conectando com outros participantes”, revela.

 

Segundo o presidente da Assespro-PR, os eventos virtuais têm sido escolhidos cada vez mais pelos profissionais e líderes empresariais para garantir a continuidade dos negócios e, assim, minimizar o impacto econômico da pandemia. Mas, embora aplicativos como Skype, Zoom ou Hangouts sejam opções eficazes para videoconferências ou seminários na web, eles não foram projetados para realizar eventos com centenas de participantes simultâneos e que pretendem interagir uns com os outros. Então, para resolver este impasse e propiciar alta capacidade de imersão, a tecnologia em realidade virtual foi a escolhida.

 

“Queremos proporcionar uma experiência futurística, em que o contato pessoal pareça o mais real possível”, complementa Krzyuy.

 

O My Inova Day terá dois fóruns, chamados “Talentos 4.0” e “Indústria 4.0”. Entre as palestras e os painéis programados estão: “Como Liderar numa Sociedade Digital”; “Como encontrar e desenvolver talentos no atual ecossistema de talentos digitais” e “O Futuro dos Ativos Industriais no Modelo de Indústria 4.0”.

 

SEMANA  PARANÁ INOVADOR

 

O My Inova Day acontecerá no dia 7 de dezembro e fará parte da programação da Semana Paraná Inovador, que recebe apoio e tem a organização do Governo do Estado.

 

“O objetivo é reunir os eventos de tecnologia que não aconteceram durante o ano por causa da Covid-19 e realizá-los em uma única semana de maneira online e gratuita. Por isso, é uma grande oportunidade para profissionais e empresários atualizarem seus conhecimentos quanto às últimas tendências em tecnologia e que marcaram este ano de 2020″, explica Adriano Krzyuy.

 

A Semana Paraná Inovador será realizada de 7 a 12 de dezembro e abrangerá temas como cibersegurança, capacitação de pessoas para o mundo digital, empreendedorismo inovador, além de agregar o Smart City Expo de Curitiba e o My Inova Day.

 

Fonte: Engenharia de Comunicação

 

Lei Aldir Blanc alcança mais de 4 mil municípios que nunca receberam recursos para a cultura

Um levantamento feito pelo Ministério do Turismo mostrou que, antes da Lei Aldir Blanc, cerca de 75% dos municípios do país ficaram, ao menos, 12 anos sem receber recursos do governo federal para políticas públicas na área cultural, por meio da administração pública direta. A porcentagem representa 4.775 municípios. Com os repasses realizados pelo Governo Federal esse número caiu drasticamente para 1.392 cidades brasileiras, ou seja, 25%.

 

“A Lei Aldir Blanc foi e continua sendo um importante socorro ao setor, chegando a todo o país e beneficiando, principalmente, trabalhadores e espaços culturais que tiveram suas atividades interrompidas por conta da pandemia de covid-19”, destacou o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

 

A Lei 14.017/2020, mais conhecida como Lei Aldir Blanc, sancionada pelo presidente Bolsonaro em 29 de junho, previu o repasse de R$ 3 bilhões, sendo metade destinada aos estados e Distrito Federal, e a outra metade, aos municípios e Distrito Federal. O repasse da integralidade dos recursos foi concluído no dia 26.11.

 

“Esse é um marco para a cultura brasileira e só foi possível por meio da liderança do presidente Jair Bolsonaro que, verdadeiramente, reconhece o valor e a riqueza da cultura brasileira para o nosso povo”, declarou o secretário especial da Cultura, Mario Frias.

 

Lei Aldir Blanc

 

Os recursos da Aldir Blanc garantem uma renda emergencial a profissionais do setor, como artistas, contadores de histórias e professores de escolas de arte e capoeira, paga por meio dos governos estaduais e DF em três parcelas mensais de R$ 600.

 

Também podem ser utilizados por estados e municípios para pagamento de auxílio mensal para manutenção de espaços artísticos como circos, escolas de música, arte e danças, museus e bibliotecas comunitárias. Este subsídio tem valor mínimo de R$ 3 mil e máximo de R$ 10 mil.

 

E, também, pode ser utilizado por estados e municípios para fomento às atividades culturais por meio da realização de editais, chamadas públicas ou prêmios que resultarão em aquisição de bens e serviços vinculados ao setor cultural, manutenção de agentes, de espaços, de iniciativas, de cursos, de produções, de desenvolvimento de atividades de economia criativa e de economia solidária, além de produções audiovisuais, manifestações culturais e realização de atividades artísticas e culturais que possam ser transmitidas pela internet.

 

 

Fonte: MTur

Universidade Federal da Grande Dourados produz vídeos de combate ao câncer de próstata

Todos os anos, a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) participa das campanhas nacionais alusivas ao Novembro Azul com ações de conscientização, prevenção e rastreamento no combate ao câncer de próstata. Em 2020, a organização dessas ações não foi possível, devido ao estado de calamidade decorrente da pandemia de covid-19.

 

Mas para contribuir, mesmo que virtualmente, com a conscientização em relação à saúde do homem, a Unidade de Suporte à Urgência e a Assessoria de Comunicação da Universidade produziram um vídeo com o cirurgião oncológico atuante no Hospital Universitário da UFGD, Vitor Arce Cathcart Ferreira, que explicou de forma didática como acontece o desenvolvimento do câncer de próstata, com desenhos e imagens reais, e ressaltou a importância dos exames de prevenção.

 

O especialista chamou a atenção para evolução das tecnologias para diagnóstico e apontou um dado importante: para pacientes diagnosticados, a chance de vir a óbito em um período de 10 anos é de apenas 5%, daí a importância de exames preventivos.

 

De acordo com Vitor, os fatores de risco para a doença são: envelhecimento (as chances aumentam muito após os 50 anos), histórico familiar, excesso de gordura e exposição a substâncias chamadas aminas aromáticas (derivadas de indústrias químicas e mecânicas), que são, por exemplo, os agrotóxicos, resíduo de motor de escape de veículos, fuligem, dentre outros.

 

O oncologista destaca que no início da doença os pacientes são praticamente assintomáticos. Com a evolução do caso, “dependendo da posição ou do tamanho do tumor, o homem vai começar a ter dificuldade ao urinar, jato fraco ou interrompido, sangue na urina, vontade excessiva de urinar à noite e disfunção erétil”, explica Vitor.

 

O diagnóstico precoce é fundamental para garantir o tratamento adequado. No Brasil, os exames podem ser feitos pelo Sistema Único de Saúde. A Sociedade Brasileira de Urologia indica o rastreamento da doença a partir dos 50 anos (ou antes, caso haja o fator hereditário), que é feito através do toque retal ou do PSA (exame de sangue). Nesse caso, o paciente deve procurar um profissional para discutir qual o melhor momento para começar o rastreio e com que frequência será feito.

 

Confira o vídeo completo com o doutor Vitor Arce Cathcart Ferreira:

Artesãos levam belezas do Estado para Feira Nacional em Belo Horizonte com apoio da FCMS

A Fundação de Cultura, por meio da Gerência de Desenvolvimento de Atividades Artesanais em parceria com o Programa de Artesanato Brasileiro, participa  da 31ª Feira Nacional de Artesanato em Belo Horizonte/MG, que acontece de 1º a 06 de dezembro no Centro de Exposições – Expominas.

 

Em um estande de 100 metros quadrados o Estado de Mato Grosso do Sul terá a oportunidade de mostrar a grande diversidade do seu artesanato e sua variedade de tipologias e matérias primas, como cerâmica, madeira, fibras, sementes entre outros produtos que refletem a fauna e flora de MS e sua cultura, com influências indígenas, fronteiriças, do homem pantaneiro e quilombola.

 

Foram selecionados as seguintes instituições e artesãos individuais que irão representar o Etado de MS na feira: Proart: Associação de Produtores de Artesanato de MS; Uneart: União dos Artesãos de MS; Artems: Associação de Artesãos de MS; Sinart/MS: Sindicato dos Artesãos de MS. Artesãos individuais: Andrea Lacet – Cerâmica e Ana Vitorino Leoderio – Madeira.

 

Nesta parceria entre FCMS, PAB e Sebrae/MS, a Fundação de Cultura transporta as peças de artesanato com o caminhão doado pelo Programa do Artesanato Brasileiro e faz a curadoria da participação no estande durante a feira; o Programa do Artesanato Brasileiro compra e cede para os estados o estande de 100 metros quadrados e o Sebrae/MS arca com as passagens aéreas e hospedagem das artesãs que vão participar da feira.

 

A gerente de Atividades Artesanais da Fundação de Cultura de MS, Katienka Klain, informa que a 31.º Feira Nacional do Artesanato em Belo Horizonte/MS é a primeira feira de forma presencial que o artesanato de MS irá participar após um grande período de quarentena e feiras suspensas: “É um termômetro para sentir como serão as vendas presenciais, as parcerias formadas foi essencial para a participação dos artesãos nas feiras, nesse momento com as vendas paradas sem essas parceria seria inviável a participação na feira esse ano”.

 

Confira mais informações sobre o evento no site: www.feiranacionaldeartesanato.com.br

Vídeoaula do Sesc para a criançada tem oficina de pintura inspirada em Jackson Pollock

No último sábado de novembro, 28,  a oficina artística virtual do Sesc Cultura será inspirada nos movimentos da obra de Jackson Pollock. Os vídeos são postados sempre às 9 horas, no perfil do Instagram @sescculturams e Facebook/sescculturams

 

Neste vídeo oficina, de forma bem divertida e livre, a ação expressiva dos movimentos será fundamental para pintar. O material necessário será: 5 Copos descartáveis com a medida de dois dedos adulto de água, 1 Caixa de tinta guache, 1 Tela de pintura de 30 x 40 cm, Jornal velho  e Fita Crepe.

Blues e Rock embalam as Lives 2020 do Som da Concha deste fim de semana; confira

O projeto Som da Concha – Lives 2020 promovido pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), apresenta no sábado (28), às 18h, o show “Clássicos do Rock” com a banda Gessy & The Rhivo Trio e às 19h, é a vez da banda Whisky de Segunda com o show “Uma Noite de Blues”, já no domingo (29), às 19h, quem sobe ao palco com o show “Todo homem é uma ilha” é a banda Xupakabras da cidade de Dourados, e tudo isso pelo nosso canal do Youtube: www.youtube.com/fundacaodeculturamsoficial

 

O show “Clássicos do Rock” da banda Gessy & The Rhivo Trio é uma imersão da década de 50 até os dias atuais. Nessa máquina do tempo, Elvis Presley, Janis Joplin e Prince se cruzam, passando por Secos e Molhados e Alabama Shakes culminando em uma festa que é um verdadeiro convite a diversão. O vocal poderoso de Gessy Paes, a guitarra vintage de Rodrigo Gasparetto, a cozinha clássica do baixista Marcelo Rezende e do baterista Renan Heimbach dão o tom desta que é uma apresentação para ficar na memória dos espectadores.

 

A banda Gessy & The Rhivo Trio surgiu em abril de 2016 por iniciativa de Marcelo Rezende e Rodrigo Gasparetto. A ideia era tocar clássicos do rock e blues em todas as suas vertentes. No vocal a talentosa Gessica Fernanda, a Gessy, chegou para dar a energia que o grupo precisava. Na época o baterista era o músico Felipe Lira, que saiu em 2019 para tocar em outros projetos, sendo substituído em 2020 por Renan Heimbach, que trouxe sua pegada blues adquirida nos palcos de Campo Grande. Com shows realizados no Sesc Morada dos Baís, Blues Bar, Festival de Jazz e Blues de Bonito e outras casas da capital, a banda deseja continuar levando além de covers que tem no setlist canções de Janis Joplin, Nina Simone, Etta James e Led Zeppelin, além de seu trabalho autoral cuja meta é a finalização do álbum “Gessy & The Rhivo Trio” a ser lançado no final de 2020.

 

 

O show “Uma Noite de Blues” será regado do bom e velho blues ao som do Whisky de Segunda que interpreta não só com a música, mas também com a energia e as vestimentas dos anos 50 e 60, levando o público à uma viagem no tempo. Deixando assim todos eufóricos e levando diversão e alegria para o público.

 

A banda Whisky de Segunda com seus 17 anos de estrada traz em seu estilo o Blues tradicional americano dos anos 50 e 60. É conhecida por levar o público ao delírio com sua interpretação e estilo refinado nos palcos. Prioriza sempre tocar na alma das pessoas enquanto faz o show repleto de músicas autorais e algumas reinterpretações de clássicos do blues. O peso do som vem da viagem feita à Chicago em 2013 e das diversas apresentações ao lado de grandes nomes do blues nacionais e internacionais. A banda é composta por Jefferson Pasa (guitarra), Cauê Horta (baixo), Robson Pereira (vocal) e Carlos Oliveira (bateria).

 

 

O show “Todo homem é uma Ilha”, título inspirado no último single do grupo Xupakabras, busca promover o entretenimento e a cultura em tempos de pandemia, reforçando a importância do isolamento social como forma de contenção ao coronavírus. Mesmo diante da ausência do público se aglomerando e agitando (o que se esperaria de um show de Punk/Hardcore em um contexto de normalidade), a banda se compromete a manter toda a ousadia e energia típicas de suas apresentações. Além dos grandes clássicos do primeiro disco “Copa Y Pelea” (2014), que chegou a ser destaque na imprensa nacional, o show também contará com os novos singles lançados neste ano (“Todo Homem é uma Ilha” e “Mind Disorder”) e diversas canções inéditas que serão lançadas oficialmente em 2021. As músicas autorais, que alternam entre o português e o inglês; a melodia e a gritaria; a crítica social e o sarcasmo; prometem garantir a diversão do público que acompanhará o evento pela internet.

 

O Xupakabras iniciou suas atividades durante o ano de 2007 como um projeto musical despretensioso formado por três jovens caipiras do interior do Mato Grosso do Sul. Assim como as canções de um minuto que já caracterizavam a sua sonoridade naquela época, a banda acabou de forma precoce, tendo realizado apenas uma apresentação ao vivo. Em 2011, após uma longa lacuna, dois de seus integrantes originais decidiram retomar o trabalho abandonado anos atrás, reformulando a banda, mas mantendo a proposta original de compor músicas curtas e rápidas, com influências de Ramones, Mukeka di Rato, Dead Fish, NOFX e Ratos de Porão. A banda já se apresentou em Santa Catarina, Rio de Janeiro, Distrito Federal, São Paulo, e também pelo Paraguai, com shows em Pedro Juan Caballero e Assunção. Atualmente, é formada por Felipe Duarte (vocal), Victor Dejard (guitarra e voz), Arthur Banzatto (baixo e voz), Bruno Martins (guitarra e voz) e Felipe Araújo (bateria)

 

Som da Concha

 

O projeto criado em 2008 pela Fundação de Cultura proporciona shows aos finais de semana com entrada franca na Concha Acústica Helena Meirelles, que fica no Parque das Nações Indígenas. O projeto valoriza e difunde a produção musical sul-mato-grossense, selecionando músicos instrumentistas ou cantores solos, bandas ou grupos musicais residentes em Mato Grosso do Sul.

Professores da UFGD apostam no teatro como ferramenta no ensino de Química

Ao assistir uma peça de teatro, as pessoas são levadas a diferentes emoções, vivendo uma realidade alternativa na qual tudo pode acontecer, ser discutido, modificado, remontado e ressignificado. Essa liberdade pode ser usada como uma ferramenta de ensino, desde a educação básica até a formação de professores.

 

Educadores de todo o Brasil já fazem uso do teatro no ensino de Ciências e Química, e as experiências e reflexões de alguns deles fazem parte do livro  “O Teatro de Temática Científica na Formação Professores de Química”, organizado pelos docentes da Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia (FACET/UFGD),  Ademir de Souza Pereira, Adriana Marques de Oliveira e Vivian dos Santos Calixto.

 

O livro reúne relatos de pesquisadores vinculados à Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ), Universidade Federal do Rio Grande (FURG) e Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS).

 

“Tais vivências e experiências de pesquisas poderão auxiliar professores da Educação Básica e futuros professores em formação a articularem novas ideias para a divulgação científica por meio de teatro”, afirmam os organizadores do livro.

 

“As atividades descritas no livro envolvem situações integradas que abordam os diferentes processos de relação do Teatro com Temática Científica na constituição de saberes que podem envolver a relação dos cientistas, as questões humanas, históricas, culturais, econômicas, entre outras. Nesse contexto, a Ciência é utilizada como pano de fundo e narrativa central para discutir o conhecimento científico relacionado à formação inicial docente; e, por isso, convidamos os leitores a conhecer os trabalhos desenvolvidos pelo grupo da área de Educação em Ciências/Química”, convidam os professores Ademir, Adriana e Vivian.

 

 

FINANCIAMENTO

 

O livro foi lançado pela editora Appris e pode ser adquirido clicando aqui. A edição foi realizada com recursos do edital PROPP nº 14/2019, referente ao Programa de Apoio à Pesquisa da UFGD. O objetivo do edital é expandir as atividades de pesquisa, ampliar a produção científica de qualidade e fortalecer os programas de pós-graduação da Universidade.

 

Participaram da seleção os servidores efetivos da UFGD (professores e técnicos) coordenadores de projetos de pesquisa cadastrados na Coordenadoria de Pesquisa. O orçamento total disponível era de R$ 305.000,00 e poderia financiar manutenção de equipamentos laboratoriais, materiais de consumo, serviços de tradução, revisão e versão, publicações de artigos e livros, inscrições em eventos.

 

Fonte: UFGD

Clube de Leitura do Sesc terá encontro virtual para debater a obra “O lobo da estepe”

No dia 28 de novembro, às 15 horas, o Clube de Leitura do Sesc terá mais um encontro virtual pelo Google Meet, em que os participantes vão discutir e trocar impressões sobre a obra “O lobo da estepe”, do escritor alemão Hermann Hesse. Para participar, basta clicar aqui

 

A obra em evidência é considerada uma das melhores de Hesse e um dos romances mais representativos da literatura alemã combinando elementos fantásticos e nos levando ao mundo de Harry, um ser solitário que não consegue encontrar seu lugar no mundo, tema que atraiu muitos jovens a leitura da obra e ao convite a reflexões para encontrar o sentido da vida em uma sociedade moderna.


Sobre o autor 

 

 Hermann Hesse (1877-1962) escritor, ensaísta e poeta, autor de importantes obras, como, “Lobo da Estepe” e “O Jogo das Contas de Vidro”, que resumem a crise espiritual e estética do século XX. Recebeu alguns prêmios como o  Nobel de Literatura e prêmio Goethe.

 

Clube Sesc de Leitura – O encontro é realizado uma vez por mês. Para acessar pelo celular, baixe gratuitamente o app Meet. A plataforma comporta até 100 participantes por vez.

 

Compartilhe sua experiência de leitura com o clube, mas se preferir, participe como ouvinte.

Arte da Palavra do Sesc abre inscrições para oficina de Formação de Novas Slammers

O Arte da Palavra, maior projeto de circulação de artistas da literatura realizado nacionalmente pelo Sesc, retomou seus circuitos em formato on-line no segundo semestre de 2020. E entre os dias 24 a 28 de novembro às 19h, o Sesc Cultura realiza a “Formação de novas poetas slammers” com a condução da poeta Ticiane Simões, de Alagoas. A programação é voltada para mulheres acima de 16 anos e as inscrições gratuitas podem ser feitas clicando aqui.

 

Com carga total 20 horas, sendo 3 horas ao vivo pelo Teams e 2 horas de suporte online ao dia. O propósito é estimular a criação e aperfeiçoamento da produção de textos literários e sua declamação, tomando como base discursiva as experiências de vida de cada participante, abrindo espaço para a denúncia de gênero e permitindo uma vivência de declamação em roda, rompendo o medo da fala em público.

 

O foco está na construção e performance poética em declamação de poesias autorais para mulheres e jovens meninas, com aplicação em três etapas: apresentação, introdução ao tema e feitura de poesias autorais performativas para batalhas de rua (Slam).

 

Sobre Ticiane Simões – Atriz, Poeta e realizadora Áudio Visual. Sócia fundadora do Ateliê Ambrosina, ONG para empoderamento de mulheres no estado de Alagoas. Poeta feminista pesquisadora e realizadora de formações na construção de poesia de rua com recorte de gênero (mulheres) e foco nas batalhas poéticas, Slam das Minas.

 

Acompanhe as ações do Sesc Cultura no Instagram @sescculturams e Facebook/sescculturams