MS: Bassetto Ballet abre 110 vagas de balé clássico

Em parceria com a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, o projeto social Bassetto Ballet está com 110 novas vagas de balé clássico gratuito para crianças e adolescentes de 3 a 15 anos. As matrículas serão abertas no dia 29 de janeiro, às 8 horas, no Centro Cultural José Octávio Guizzo, na Rua 26 de Agosto, nº 453. “Há dois anos iniciamos o Bassetto Ballet com apenas dois alunos. Hoje, temos 156 alunos e com a abertura dessas 110 novas vagas, passaremos de 8 para 18 turmas neste semestre”, disse o coordenador do projeto, Adalton Garcia.

 

Realizadas sempre no contraturno escolar, as aulas de balé clássico acontecem no Centro Cultural. As novas vagas serão disponibilizadas da seguinte forma: 40 vagas para o Baby (3 a 5 anos), 20 vagas para o Avançado (5 a 7 anos), 20 vagas para o Preparatório (7 a 9 anos), 15 vagas para o Primeiro Ano (9 a 11 anos) e 15 vagas para o Segundo Ano (11 a 15 anos).

 

“As famílias interessadas em inscrever seus filhos (as) deverão comparecer no local munidos das cópias dos documentos pessoais dos responsáveis e das crianças (CPF, RG, certidão de nascimento, comprovante de residência etc)”, informou o coordenador do projeto.

 

Com início das aulas previsto para o dia 4 de fevereiro, as inscrições poderão ser feitas enquanto não tiverem sido preenchidas. “Mas aos pais que quiserem inscrever seus filhos, peço para que não deixem para a última hora, pois já temos tido bastante procura”, ressaltou Adalton. Para saber mais sobre o projeto, como inscrições e horários de funcionamento, entre em contato no (67) 99955-2077.

Choro e rock no palco do Sesc Morada dos Baís

Quarta, 22, tem novidade no palco do Sesc Morada dos Baís. A Banda V12, resgatando grandes clássicos dos anos 80/90 das bandas: U2, Tears for Fears, INXS, Oingo Boingo, Man At Work, Coldplay.

Na quinta-feira, 23, o Quarteto Samba Choro embala o público com muito samba e chorinho, incluindo composições autorais.

Sexta-feira, 24, é dia de MPB e Pop, interpretados por Fábio Catanante e Gustavo Vargas. O show tem características intimistas e com grande proximidade do público, além de interação verbal em brincadeiras e compartilhamento de experiências pessoais e significados musicais.

Os Walkírias encerram a programação musical no sábado, 25, com a proposta de mostrar seu trabalho de músicas autorais, mesclada aos grandes sucessos da música brasileira da década de oitenta e noventa.

 

O Sesc Morada dos Baís fica na Avenida Noroeste, 5140. Informações pelo telefone (67) 3311-4300. O espaço bistrô é aberto às 18h30 e as apresentações musicais começam às 20 horas. Acompanhe a programação no site sesc.ms

No MIS, ilusão de ótica para revelar a magia do cinema

Brinquedos que exploram a ilusão de ótica e que desvendam os segredos dos filmes e das animações são as principais atrações da oficina Brincando com os Primórdios do Cinema, que acontece nos dias 28, 29 e 30 de janeiro no Museu da Imagem e do Som da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul.

 

Objetos como a lanterna mágica (epidascópio alemão), taumatrópio e o zootropo, da Inglaterra, o fenaquitoscópio belga, o flip book e o praxinoscópio francês, o caleidoscópio e a arte do teatro de sombras chinês devem encantar os jovens, ao mesmo tempo em que descortinam técnicas usadas desde o princípio da sétima arte.

 

“Os brinquedos óticos fazem parte da história do cinema e da animação e são legados para a humanidade. Apresentá-los para as crianças de forma lúdica é uma forma de ensinar sobre as origens desta arte e da ótica como ciência”, explica Ivone Maria Moreira da Silva, servidora do Museu da Imagem e do Som.

 

 

Cada oficina contará com três etapas: apresentação de slides, que ilustrarão o fenômeno da persistência das imagens na retina, exibição de curtas metragens e apresentação dos equipamentos mecânicos usados no cinema.

 

Além do contato com os objetos da oficina, os participantes também produzirão seus próprios brinquedos: taumatropios, que usam duas imagens e barbantes para criar ilusão de ótica e piões, que serão fabricados a partir de DVDs usados.

 

Um dos destaques da programação do 15º Festival América do Sul Pantanal, realizado em novembro de 2019, a oficina Brincando com os Primórdios do Cinema estreou de forma itinerante e foi levada para escolas da rede pública de Corumbá e Ladário, levando a cerca de 300 alunos a magia dos brinquedos óticos e do cinema.

 

 

Inscrições

 

A oficina é totalmente gratuita e voltada para crianças de 8 a 13 anos. Acontece nos dias 28, 29 e 30 de janeiro, sempre das 8h às 11 horas no auditório do Museu da Imagem e do Som.

 

As inscrições podem ser feitas pelo telefone (67) 3316-9178 de segunda a sexta-feira, das 8h às 17 horas. Serão oferecidas 15 vagas por dia de oficina.

 

Serviço: O Museu da Imagem e do Som fica no Memorial da Cultura e da Cidadania, na Avenida Fernando Correa da Costa, 559, no terceiro andar. A entrada é franca.

Pesquisa acadêmica: MIS preserva história do Estado

Pesquisa realizada de outubro a dezembro de 2019 por acadêmicos de Ciências Sociais da UFMS, como parte do estágio obrigatório, revelou a importância que o Museu da Imagem e do Som de MS possui enquanto um espaço de preservação e construção da história sul-mato-grossense a partir do elemento audiovisual.

 

O projeto teve a finalidade de pensar o Museu de Imagem e Som e sua influência sobre quem o visita, traçando os pontos em comum que liguem as diversas percepções dos visitantes sobre o que é cinema ao que é promovido pelo próprio museu, no intuito de entender o tamanho do impacto das ações realizadas pelo MIS no que concerne à disponibilização de conteúdos audiovisuais.

 

A pesquisa foi realizada pelos acadêmicos Fernando de Campos Barbosa Filho, Giovanna Bem Borges, Jônatas Stritar Alaman, Thais Almeida Cariri para o MIS e os organizadores dos Cineclubes Marginalia, Cine Café e Arvore-Ser. Durante o período de estágio dos acadêmicos de Ciências Sociais da UFMS, a coordenadora do MIS, Marinete Pinheiro, propôs que realizassem uma pesquisa quantitativa e qualitativa do público a fim de mapear e nortear as ações do MIS. “O trabalho dos acadêmicos de aplicação dos questionários, tabulação dos dados e relatório final foi excepcional, com os dados podemos planejar melhorar nossas ações e principalmente qualifica-las”.

 

“Um dos dados interessantes da pesquisa éque maioria dos entrevistados dizem que, mais importante que o gênero dos filmes, está a critica e o valor sociológico das obras exibidas, ou seja, a relevância social. Para 74,2% dos entrevistados o interesse está na diversidade de filmes, que não seriam assistidos se não fossem exibidos no MIS. Os mesmos apontam, ainda, as discussões após os filmes como fator de interesse, assim o Museu cumpre sua missão como espaço de difusão e formação critica através do cinema”, comentou Marinete.

 

Quanto às motivações que levam as pessoas a frequentar os cineclubes, 26 (41,9%) responderam que o motivo da visita foi a busca por entretenimento, enquanto 25 (40,3%) manifestaram interesse na agenda cultural de Campo Grande. Já 13 (21%) responderam que eram cinéfilos e/ou possuíam interesse nas discussões promovidas após o filme, 12 (19,4%) queriam conhecer melhor o museu e 9 (14,5%) foram a convite de amigos ou colegas que já frequentavam a agenda promovida pelos cineclubes.

 

Na pergunta, “qual você acredita que seja a função do MIS para Campo Grande/sua comunidade?”, na qual era possível marcar mais de uma alternativa, a maior parte dos entrevistados (71%) respondeu que acreditava que o papel do museu seria promover cultura e conhecimento audiovisual à população, seguida por 61,3% e 59,7% que marcaram, respectivamente, facilitar à população o acesso à arte e preservar o acervo audiovisual sul-mato-grossense. Outros responderam ainda que a função do museu seria criar espaços para se discutir a importância destas obras para a cultura regional (50%), garantir lazer e entretenimento aos cidadãos (43,5%), fomentar a produção de obras audiovisuais (33,9%) e destacar filmes nacionais (1,6%).

 

A partir desses dados, conclui-se o importante papel que os visitantes percebem no MIS enquanto um espaço de preservação e construção da história sul-mato-grossense a partir do elemento audiovisual. Assim, o museu desempenha uma função essencial à democratização desse conhecimento e para a reflexão desses sujeitos que talvez não pudessem participar dessas discussões de outro modo.

 

Foto: Acervo do MIS

Aos 91 anos, morre o cantor e compositor Luiz Vieira

Aos 91 anos, morreu ontem (16), no Rio, o cantor, compositor e radialista Luiz Vieira. Ele chegou a ser internado na Casa de Saúde José, para onde foi levado após passar mal, em casa, em Copacabana. Depois de ficar a noite internado, o artista teve uma parada cardíaca e morreu  de manhã.

 

Pernambucano de Caruaru, Luiz Vieira morava no Rio de Janeiro desde os 10 anos de idade. Foi criado pelo avô em Alcântara, município de São Gonçalo e, na década de 40 do século passado, começou a se apresentar como crooner em bares da Lapa.

 

Trabalhou no início da carreira na Bahia, na TV Itapoan, e passou a ter maior reconhecimento nos anos 50 pelo seu trabalho como radialista nas rádios Tupi e Record, de São Paulo, e depois na Rádio Nacional do Rio, no final dos anos 80, onde apresentou por mais de uma década, o programa diário Minha Terra, Nossa Gente, das 5h às 7h, de segunda a sábado. Depois da Nacional passou pelas rádios Rio de Janeiro, Carioca e Manchete.

 

 

Autor de mais de 500 músicas, suas composições foram gravadas por nomes como Luiz Gonzaga, Caetano Veloso, Nara Leão e Rita Lee. Seu primeiro sucesso foi Menino de Braçanã (1953), famosa canção nas vozes de Roberto Paiva e Ivon Curi. Em 1962, Luiz Vieira ganhou as paradas de sucesso com a canção Prelúdio Pra Ninar Gente Grande, mais conhecida como Menino Passarinho. Em 1963 gravou outro grande sucesso, Paz do Meu Amor (Prelúdio nº 2).

 

Em outubro de 2018, foi realizado um show em São Paulo como tributo aos 90 anos do artista. A homenagem ganhou formato de disco no ano passado.

 

O velório de Luiz Vieira será hoje (17), a partir das 9h, na Capela Real Grandeza, e o enterro está marcado para às 13h, no Cemitério São João Batista, em Botafogo.

 

Fonte: Agência Brasil

Rene Sebastião Rosa lança livro aos 91 anos de idade

Será na próxima segunda-feira (20 de janeiro), às 19 horas, com entrada franca, no Museu de Arte Contemporânea (Marco), unidade da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, o lançamento do livro “Histórias Vividas e Contadas” do aposentado e escritor Rene Sebastião Rosa pela editora Alvorada.

 

Aos 53 anos, Rene Sebastião Rosa foi cursar Direito Tributário, com 81 anos fez especialização em “Sistema Tributário do IPTU” e agora comemorará o dia do seu aniversário de 91 anos com o lançamento do seu primeiro livro. Uma linda história, a partir da sua perspectiva de vida e de inspiração causada pelo amor à leitura que envolve todos ao seu redor, incentivando diversas pessoas a correr atrás de seus objetivos, mostrando que é possível a realização de seus sonhos.

 

Para ler este livro, procure imaginar-se frente a frente com o seu Rene, tranquilo, tomando um café, um vinho, em uma roda de chimarrão ou de tereré. E então viajar pelo tempo. Ouvindo histórias e mais histórias de um tempo que se foi, mas que ficou nas suas memórias, é assim: “Senta, que ali vem história”.

 

A partir da sua perspectiva, com a simplicidade, serenidade e a lucidez dos sábios, ele vai relatando os fatos mais significativos da sua grande família, do seu local de nascimento, das cidades e comunidades onde viveu. Das profissões e funções que já desenvolveu, dos perrengues sofridos, das lutas políticas municipais, estaduais e federais, nas quais sempre participou tendo como princípio de suas escolhas, as causas do povo mais sofrido e trabalhador.

 

As lembranças são muitas e as marcas deste homem que ansiava por conhecer o mundo e a cultura do seu povo, vai se apresentando e mostrando as inúmeras vantagens daqueles que conseguem manter a memória viva e ativa.

 

 

“Seo” Renê sempre gostou muito de Política, mas seu amor pelos livros transcendeu espaços e as gerações, não foi por acaso que as três filhas são professoras. Foi assim que as educou, entre os grandes escritores, entranhadas nas poesias de Casimiro de Abreu e de Gonçalves Dias. Poesias com cheiro de infância como o cheiro da terra e do tempo.

 

Contando as coisas da terra e do tempo vivido nasceu esse livro, da incrível memória e lucidez deste senhor que fez sua especialização aos 81 anos e aos 91 escreve suas histórias com detalhes que lhe é pertinente.

 

O lançamento ocorre na segunda-feira (20), às 19 horas, com entrada franca, o livro será comercializado no valor de R$ 20,00 (vinte reais). O Marco fica na rua Antônio Maria Coelho, 6000, no Parque das Nações Indígenas. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3326-7449.

Projetos: Fundação orienta artistas e produtores culturais

A comunidade artístico cultural de Mato Grosso do Sul e entidades ligadas ao setor, estão se preparando para participar do momento mais esperado do ano: o edital do FIC  (Fundo de Investimentos Culturais), que este ano tem recurso na ordem de R$ 6 milhões, sendo R$ 4.800.000,00 (quatro milhões e oitocentos mil reais) destinados para Pessoas Físicas e Jurídicas de Direito Privado de Natureza Cultural sem fins lucrativos e R$ 1.200.000,00 (um milhão e duzentos mil reais) para Pessoas Jurídicas de Direito Público, ou seja, Prefeituras ou órgãos municipais de cultura do Estado de Mato Grosso do Sul. E para orientar os interessados sobre como apresentar os projetos para serem apoiados pelo FIC, a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) está realizando workshops, e nesta quinta-feira (16) a equipe estará em Aquidauana.

 

Criado para estimular a elaboração, produção e difusão da cultura em todos os municípios do Estado, além de ser instrumento de apoio aos protagonistas da cena cultural, o FIC é um instrumento vital para fomentar o mercado artístico e proporcionar aos mais diversos públicos as mais diversas manifestações, tradições e valores da nossa cultura.

 

Para participar do processo de pré-seleção do FIC é necessário ter projeto detalhado, com todas as especificações não só artísticas como financeiras. E para facilitar a vida dos interessados, a Fundação de Cultura do Estado disponibilizou palestra para ensinar o passo a passo da inscrição no Edital.

 

Governo quer fomentar cultura em todos os municípios

 

Ministrado pela especialista, Solimar Alves de Almeida, Gerente do FIC, os workshops vão atender também duas cidades no interior do Estado. Em Dourados a palestra aconteceu no Seminário Batista, na última sexta-feira (10), com ótima repercussão. “Muitos projetos interessantes são muitas vezes inabilitados porque vêm com erros formais passíveis de inabilitação”, disse a especialista, explicando sobre a importância de desenvolver este curso de capacitação, para orientar os artistas e produtores culturais.

 

Além de Dourados, os moradores de Aquidauana e arredores também poderão participar do  próximo workshop que acontecerá no dia 16 de janeiro em dois horários: às 9h e às 13h no Auditório da Unidade II do Campus de Aquidauana/UFMS.  Em Campo Grande haverá mais uma oportunidade de esclarecer dúvidas e saber um pouco mais do processo, no próximo dia 17, em workshop que será realizado às 14h, no auditório do MIS (Museu da Imagem e do Som), na Avenida Fernando Corrêa da Costa, nº 511, no terceiro andar. “A ideia é disponibilizar essa capacitação ao maior número de pessoas”, diz a presidente da Fundação de Cultura, Mara Caseiro.

 

Aumentar a participação dos municípios no FIC também é um desejo do governador Reinaldo Azambuja. Por ocasião do lançamento do projeto FIC-MS 2020, no auditório da Governadoria, ele falou sobre a importância do que ele chamou de “participação plural de todas as cidades de Mato Grosso do Sul. “Peço a vocês que divulguem o edital em todas as cidades, em todas as regiões, para que possamos impulsionar a nossa cultura. Nós queremos que as 79 cidades do Estado participem dos editais da Fundação de Cultura. Que a gente possa despertar e apoiar os grandes talentos culturais que temos em Mato Grosso do Sul”, afirmou.

 

Para saber mais detalhes sobre o edital e como elaborar o projeto, entre em contato com o setor responsável pelo FIC, no telefone: (67) 3316-9324.

Sesc Cultura: programação com dança e cinema

A partir da próxima semana, na quarta-feira, dia 22 de janeiro, o Cine Classique exibe uma seleção especial de filmes que resistiram à prova do tempo, por elementos inovadores, atuações marcantes ou estética de excelência.

 

Na sexta-feira, 24, às 20 horas, tem Sesc Encena, com apresentação do SambaTango, com Luminis Cia de Dança. A apresentação será no átrio. O espetáculo de dança de salão apresenta vivências do samba carioca e do tango portenho, inspirado nas cidades do Rio de Janeiro e Buenos Aires. As músicas, os figurinos, a iluminação, o cenário e o cardápio, foram propostos pensando em levar os espectadores a uma viagem por essas realidades.

 

Cine Classique – Na quarta-feira, 22, às 15h e 19h, será exibido “Casablanca” (1942), dirigido por Michael Curtiz, EUA. Sinopse: Durante a Segunda Guerra, um exilado americano encontra refúgio na cidade de Casablanca, e passa a dirigir uma casa noturna. Por forças do destino, ele reencontra uma antiga paixão, que agora está casada e precisa de ajuda para fugir dos nazistas.

 

No dia 23, quinta-feira, às 19h, “A felicidade não se compra” (1947), de Frank Capra, EUA. Sinopse: Clarence é um espírito candidato a anjo que recebe a missão de ajudar um homem muito valoroso, porém desiludido. George Bailey está à beira do suicídio quando é salvo por Clarence, que lhe mostra como ele é importante na vida de muitas pessoas.

 

Sexta-feira, 24, às 19 horas, tem “Rio vermelho” (1948), de Howard Hawks, EUA. Sinopse: Thomas Dunson é dono de um império. Junto com seu filho adotivo Matthew Garth ele inicia uma longa viagem com parte de seu rebanho, indo do Texas ao Missouri. Durante o percurso acontece um desentendimento entre pai e filho que faz com que Matt leve o gado para outra direção, despertando a ira de Tom.

 

O Sesc Cultura está localizado na Avenida Afonso Pena, nº 2270. Informações pelo telefone 3311-4300. O funcionamento é de terça-feira a sábado das 13h às 21h30 e da Central de relacionamento: 13h30 às 16h30 e das 18h às 21h30. A Biblioteca atende das 13h30 às 21h30 e a Galeria de Arte fica aberta das 13h às 21h30. Acompanhe a programação no site sesc.ms

Arte no Meu Bairro terá MPB e pagode no sábado

O Bairro Maria Aparecida Pedrossian recebe neste sábado (18), a partir das 17h, os shows do Arte no Meu Bairro, um projeto da Prefeitura Municipal de Campo Grande, realizado pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Sectur), em convênio firmado com o Ministério da Cidadania, do Governo Federal.

 

O cantor e compositor Leitones inaugura o palco do projeto, que estará montado na Praça dos Amigos, na rua João Francisco Damasceno esquina com a avenida Orlando Daroz. O show preparado para o Maria Aparecida Pedrossian mistura pop com o reggae, rap e rock’n roll, mesclando repertório de composições próprias com sucessos regionais e da música brasileira.

 

O Grupo Fascínio encerra o Arte no Meu Bairro nos ritmos do samba e pagode. Mais de 15 anos de trajetória garantem a animação necessária para fazer o público presente terminar a noite da melhor forma possível.

 

O Fascínio é formado por Fernando Duarte (vocal), Wendell Correia (percussão), Rodrigo Novaes (percussão),  Alexandre Soares (percussão) e Gladson Allan Pereira (violão e cavaco) e apresenta músicas autorais e reproduções de artistas de renome.

 

O evento é decorrente do Convênio SICONV nº 85.3266/2017 – Ministério da Cidadania, regido pelo Decreto nº 6.170/2007 e pelo art. 8º da Portaria Interministerial nº 424/2016, em atenção à solicitação da Sectur e em conformidade com a Lei nº 8.666/93 e demais especificações e exigências previstas no edital.

 

 O Arte no Meu Bairro acontece no bairro Maria Aparecida Pedrossian na Praça dos Amigos, na rua João Francisco Damasceno esquina com a avenida Orlando Daroz. A entrada é franca.