Primeiro Som da Concha de 2018 traz Dino Rocha e Duo Estamos

A nova temporada do Som da Concha traz o que há de melhor na música instrumental regional com o Duo Estamos e Dino Rocha. Os músicos se apresentam no próximo domingo (25.02) às 18h na Concha Acústica Helena Meirelles no Parque das Nações Indígenas. A entrada, como sempre, é de graça.

 

O Duo Estamos é formado pelo violonista de sete cordas Júlio Borba e pelo guitarrista Gabriel de Andrade.  Instrumentistas experientes, mesmo jovens, Gabriel e Júlio misturam suas influências em composições e arranjos num repertório que contempla música erudita, de raiz, jazz, samba e pop.

 

“É com muita satisfação que nós iremos abrir a temporada do Som da Concha, espaço que já recebeu vários artistas de muito talento e é receptivo à diversidade cultural sul-mato-grossense. Nossa expectativa é de que o público receba nossa música feita com muita alegria e trabalho e que tem como temática as diferentes expressões da música do Brasil, seja dos grandes centros do País como o choro e a bossa nova, assim como a música de fronteira, essa que estamos tão acostumados na nossa região, que é o chamamé e as expressões culturais paraguaias que tanto influenciaram o nosso fazer musical”, destaca Júlio Borba, músico e mestrando em etnomusicologia pela Universidade Federal do Paraná.

 

Duo é formado por Julio Borba e Gabriel de Andrade 

Dino Rocha é considerado um ícone da música sul-mato-grossense. Nascido em Juti, é filho de músicos, sua mãe era alemã e o pai, paraguaio. Começou a tocar sanfona aos oito anos de idade e de lá para cá não parou mais. Vive exclusivamente da música. Possui um rico acervo discográfico formado por 21 discos que consolidaram sua carreira calcada em quatro décadas de música regional.

 

O chamamé, a guarânia e a polca são ritmos presentes em suas canções e muito apreciados nas fronteiras entre Brasil, Paraguai e Argentina. As origens desses ritmos se integram raízes culturais dos povos indígenas guaranis, dos exploradores espanhóis e até de imigrantes italianos. Tocado no ambiente rural desde a formação da região onde hoje é o Estado de Mato Grosso do Sul, estes ritmos trazem a poética da vida do campo, dos bailes da fazenda, das comitivas boiadeiras, dos translados pelo pantanal, das colheitas nos ervais, das rodas de tereré, assim tendo uma forte influência na construção da identidade cultural do Estado.

 

Aldo e Nelsinho serão os convidados de Dino Rocha neste show no Som da Concha, que também terá a participação de seu filho Maninho Rocha no Acordeom. Em seu repertório estarão canções como “Curupi”, “Pé de Cedro”, “Sessenta Dias Apaixonado”, “Um chamamé para Trânsito Cocomarola”

 

“É muito bacana a iniciativa do projeto Som da Concha, os artistas de nosso Estado têm que ter esse incentivo”, ressalta Dino Rocha.

 

Som da Concha

O projeto da Secretaria de Estado de Cultura e Cidadania (SECC), realizado por meio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), acontece periodicamente aos domingos sempre às 18 horas, na Concha Acústica Helena Meirelles, no Parque das Nações Indígenas.

 

Além dos shows, o Som da Concha conta com o espaço Território Criativo, uma feira onde empreendedores criativos divulgam e comercializam seus produtos de diversas matrizes que movimenta a economia criativa e impulsiona o empreendedorismo da Capital.

Divulgados os selecionados em curso no Centro Cultural para espetáculo teatral

Foram divulgados os oito artistas selecionados para participar de peça teatral a ser montada pela Cia Ofit, com investimentos do Fundo de Apoio ao Teatro de Campo Grande (FOMTEATRO), por meio da Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura de Campo Grande (Sectur) e com o apoio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS). A seleção foi feita entre os participantes do projeto “Amadores: O que você gostaria de dizer através do teatro e não teve oportunidade?”, realizado nos dias 15 e 16 de fevereiro, no Centro Cultural José Octávio Guizzo.

 

O projeto encerrou a sua primeira etapa, resultando na entrevista, workshop e seleção dos inscritos. Ao todo foram 96 inscritos, dos quais 65 compareceram para a entrevista e 20 (vinte) foram pré-selecionados para realizar o Workshop (curso preparatório) com o diretor Nill Amaral e a preparadora de elenco e professora de Artes Cênicas Júnia Pereira. Os selecionados são: Amanda Din – Ethieny Karen –  Danielle Samara – Carlos Alexandre Melo –Joao Carlos Ribeiro – Richard Lima – Maria Eduarda e Vinicius Del Vecchio.

 

O critério de seleção para o espetáculo teve como base os depoimentos biográficos em que cada um deles apresentou suas especialidades, priorizando o desempenho durante o curso e a entrevista. A segunda parte do programa consiste na construção de dramaturgia que celebre e questione nossa relação com a arte.

 

 

O projeto “Amadores”, do diretor Nill Amaral, busca expressar, assim, a urgência do grupo de trazer à superfície alguns questionamentos e inquietações a partir da reunião de dois universos distintos, estabelecendo uma relação entre profissionais e não profissionais, ao colocar artistas amadores em pé de igualdade com os profissionais da cena e, com isso, friccionar campos temáticos relacionados à construção dos sujeitos no aspecto moral, ético e nas formas de ser e estar no mundo através de um espetáculo.

 

Para os integrantes selecionados que participarão do espetáculo, haverá o pagamento de um cachê correspondente ao valor de um salário mínimo mensal para os ensaios e cumprimento de temporada de 05 (cinco) apresentações.

 

Mais informações podem ser obtidas pelo site www.ciaofit.com.br .

Veja a programação para esta semana no Sesc Morada do Baís, na Capital

Para quem busca momentos de descontração e boa música no fim do dia, o Sesc Morada dos Baís é o endereço certo, com ritmos para todos os gostos durante os happy hours. A programação  segue até sábado.

 

Nesta quinta, dia 22, as vozes femininas comandam o palco com o show “Elas no Jazz”. Na sexta-feira, 23, a banda Cover Up faz o show Especial anos 80, com clássicos da música internacional da década de 80 com arranjos próprios que têm conquistado o público. A fusão da bateria, baixo, guitarra e violão, somados aos vocais marcantes que compõem o quarteto, é pedida certa para quem curte INXS, Tears For Fears, Madonna, Michael Jackson, Depeche Mode, The Cure, A-ha, entre outros clássicos que marcaram a cena musical mundial.

 

A semana se encerra com a energia do grupo Coxa Bamba, que se apresenta no sábado, 24. O grupo conta com músicos de diferentes lugares e tem sua musicalidade influenciada pela música cubana e as misturas de fronteira de Mato Grosso do Sul com Bolívia e Paraguai, mesclando no repertório Salsa, Merengue e Bolero no formato instrumental clássico dos estilos. “O Sesc Morada dos Baís é um local especial e fazemos o show com muito cuidado para levar um repertório bastante variado e com estilos diferentes ao público criterioso”, diz o músico Rhuan Enciso, que, assim como os demais integrantes da banda, é frequentador assíduo do espaço.

Turquia: brasileiros podem participar de competição de dança folclórica

Entre 7 e 12 de julho de 2018, realiza-se a 32ª Competição Internacional de Dança Folclórica Golden Karagöz, em Bursa, na Turquia. As inscrições estão abertas a grupos de todo o mundo, até 1º de março.

 

O festival, que congrega 25 países, é organizado sob a supervisão do Ministério da Cultura e Turismo da República da Turquia, com o apoio da Prefeitura da cidade sede e da Fundação de Cultura, Arte e Turismo de Bursa (BKSTV). Grupos e associações de danças folclóricas sediadas no Brasil estão convidadas a participar do festival. As despesas de hospedagem, refeições e viagens domésticas dos grupos em Bursa serão pagas pelo comitê organizador. Para participar, é preciso enviar o material citado abaixo.

 

Cada grupo deve ser composto de até 35 participantes, incluído diretor, músicos e motoristas, incluindo entre 10 e 24 dançarinos, com no mínimo 16 anos de idade. O idioma a ser utilizado no Festival é o inglês e, portanto, cada conjunto deve incluir alguém que fale a língua.

 

O objetivo da Competição Internacional de Dança Folclórica Golden Karagöz é promover o relacionamento entre os diversos países participantes; incentivar os povos dessas nações à ideia de paz e amizade mundiais, através do encontro de culturas e do compartilhamento de seus valores – da Organização Internacional para a Arte Folclórica (IOV) e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura Unesco, das quais faz parte a BKSTV. “Dessa forma, gostaríamos de dar uma contribuição significativa à ideia da paz e amizade mundiais”, diz o convite oficial do Consulado Geral do Brasil em Istambul.

 

Como participar

 

O grupo que pretenda participar deverá preencher (em inglês) o formulário disponibilizado abaixo e enviá-lo até o dia 1º de março de 2018. Também deve ser anexadas fotografias do grupo, vídeos (cd/dvd ou link de página na web) e informações em texto sobre o conjunto; e uma lista dos membros do grupo, com detalhes (sexo, idade, profissão, número de passaporte, etc.). Os números de telefone e fax (incluindo o código de área internacional com formato de chamada de telefone internacional). “Os endereços de e-mail e do site devem ser claramente escritos”, o texto do formulário – frisando que toda a correspondência deve estar em inglês. A lista de nomes pode ser atualizada até o dia 10 de junho, no máximo.

 

Convite a grupos brasileiros

 

O Consulado Geral do Brasil em Istambul solicita ainda à comunidade de dança do Brasil contatos de indicações de grupos de dança folclórica que eventualmente possam participar do evento. Além disso, pede a cada grupo participante que doe um traje de dança folclórica, o qual será exibido no “Museu dos Festivais de Bursa”, sob o nome do respectivo grupo.

 

Ao encaminhar o convite, o Consulado-Geral do Brasil em Istambul pretende incentivar a participação internacional no evento. “Cremos que a participação de grupos do seu país em nosso festival contribuirá enormemente para fomentar a amizade entre nossos países”, diz o Secretário-Geral do Consulado, Ahmet Ö. Erdönmez.

 

32ª Competição Internacional de Dança Folclórica Golden Karagöz
Inscrições até o dia 1º de março de 2018

Acesse aqui o formulário de inscrição (em inglês)

Mais informações
Consulado Geral da República Federativa Brasil em Istambul

www.bkstv.org.tr
info@bkstv.org.tr

 

 

Fonte: Funarte

 

Brasil lança maior número de animações em 22 anos

Em 2017, o mercado brasileiro de animação viveu seu melhor cenário desde a chamada “retomada” do cinema nacional, ocorrida em 1995. Foram lançados sete longas de animação em um único ano. Nos 22 anos anteriores, haviam sido lançados, no máximo, quatro filmes de animação em um mesmo ano (em 2014). Em todo o período, foi lançado um total de 18 filmes. Atualmente, estão em fase de produção 25 longas-metragens de animação brasileiros. Nos últimos dez anos, a produção de séries animadas passou de duas para 44.
As séries de animação brasileira Peixonauta Show da Luna são campeões de audiência no canal pago Discovery Kids. O filme Lino, de Rafael Ribas, um dos sete lançados no ano passado, se destacou entre os 20 filmes brasileiros de maior bilheteria (de um total de 158 títulos nacionais lançados em 2018). Lino contou com um orçamento de R$ 8,3 milhões, sendo que R$ 4,5 milhões vieram de leis de incentivo previstas na Lei do Audiovisual, R$ 1 milhão via Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e pouco mais de R$ 200 mil por meio de outros editais. Distribuído pela FOX, após quatro semanas de sua estreia, a animação gerou uma renda de R$ 3,8 milhões, se transformando em uma das 20 maiores bilheterias de filmes nacionais de 2017.
Este boom de animações brasileiras chamou a atenção do mundo. O Festival de Annecy, na França, o maior e mais importante festival de cinema de animação do planeta, vai homenagear a animação brasileira na edição deste ano, que será realizada de 11 a 16 de junho.
Fundo Setorial do Audiovisual
Como um dos principais mecanismos de fomento à produção audiovisual no Brasil, o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), administrado pelo Ministério da Cultura (MinC) por meio da Agência Nacional do Cinema (Ancine), vem se mostrando uma importante ferramenta para o crescimento do mercado de animação nacional, tanto no cinema quanto em séries para a televisão. Desde sua implantação, em 2007, o FSA investiu mais de R$ 109 milhões em produções do gênero, em sua maioria voltadas para o público infantil. O resultado é significativo.
Os recursos que compõem o FSA provêm de diversas fontes, em especial da arrecadação da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine). Além disso, o fundo também é composto por receitas de concessões e permissões do setor de telecomunicações, como o Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel). Ou seja, é o setor alimentando o próprio setor.
Um dos fundadores de uma das maiores franquias infantis de animação brasileira, o Peixonauta, Ricardo Rozzino, dono da TV Pinguim, que também assina o Show da Luna, aponta o financiamento público como uma solução para a dificuldade enfrentada pelos produtores para a realização de séries de tevê. “No caso de O Show da Luna, hoje exibido em 74 países, esse investimento permitiu que a produção tivesse início, atraindo posteriormente outros investimentos”, informa.
Rozzino ressalta que a chegada de diversas séries brasileiras a canais de TV paga estrangeiros sinaliza ao mundo que o Brasil possui produtoras com capacidade de realizar bons produtos, com boa aceitação, inclusive no exterior. “Algumas séries brasileiras tiveram ótimo retorno, mesmo quando o público não sabia necessariamente tratar-se de produto brasileiro”, conta. O FSA, na opinião de Rozzino, vem permitindo aumentar bastante o volume de horas produzidas e a presença desses produtos em diversos canais.
O animador Andrés Lieban, criador de uma das séries infantis brasileiras de maior sucesso, Meu AmigãoZão, também acredita que o FSA e a Lei 12.485/2011 (Lei da TV Paga) são essenciais para o desenvolvimento do setor audiovisual, sobretudo para a televisão. “Foi possível viabilizar muitas séries infantis, formato que era inédito no Brasil sete ou oito anos atrás. Hoje, crianças brasileiras podem escolher heróis nacionais como ídolos entre seus desenhos animados favoritos, referência que adultos de hoje não tiveram. Isso impacta na formação, na ideologia e até na autoestima de um povo”, destaca.
A série Meu AmigãoZão recebeu R$ 4,5 milhões do FSA para a realização de duas temporadas para tevê e mais R$ 2,5 milhões para a produção de um curta-metragem. “Com o FSA, é possível pensar em obras de grande escala, porque há como planejar o retorno do investimento. O curta, no entanto, pode e deve continuar a ser estimulado, como investimento em cultura. Sem espaço para uma produção experimental livre de dirigismos estéticos ou narrativos, a indústria também não irá se desenvolver na plenitude e pode se atrofiar com o tempo”, defende.
Lieban, que também é diretor artístico da 2DLab, trabalha atualmente na produção de outras duas séries inéditas voltadas ao público infantil. “Acabamos de ser contemplados por outra linha do FSA para formação de um núcleo criativo, que trabalhará no desenvolvimento de outros cinco novos projetos. Isso norteará o trabalho da empresa por, pelo menos, mais cinco anos”, informa.
Quando o criador da série Historietas Assombradas para Crianças Malcriadas, Victor-Hugo Borges, começou a trabalhar com animação, o setor era movido basicamente pelo mercado da publicidade e pelo esforço de artistas e animadores dedicados à produção de filmes independentes. “Apesar de sempre ter tido qualidade, fora da publicidade, a animação nacional não permeava o cotidiano do brasileiro. Hoje, o Brasil conta com pelo menos 20 longas-metragens em produção e contabiliza dezenas de séries infantis nacionais, presentes nas TVs aberta e por assinatura, ocupando múltiplas plataformas, criando um público cativo”, afirma.
Na avaliação de Victor-Hugo, a animação brasileira se encontra em plena expansão, alcançando patamares inéditos de quantidade, qualidade e popularidade de suas produções. “Investir na produção nacional de animação é uma opção extremamente inteligente. Infelizmente, o investimento em animação no Brasil ainda é uma novidade, com um retorno de médio a longo prazo. Por conta disso, o investimento privado ainda é tímido diante da demanda do setor, tornando o FSA fundamental para viabilizar o crescimento da atividade no País”, considera.
Sobre o FSA
O Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) é um fundo destinado ao desenvolvimento articulado de toda a cadeia produtiva da atividade audiovisual no Brasil. Criado pela Lei nº 11.437, de 28 de dezembro de 2006, e regulamentado pelo Decreto nº 6.299, de 12 de dezembro de 2007, o FSA é uma categoria de programação específica do Fundo Nacional de Cultura (FNC).
O FSA é um marco na política pública de fomento à indústria cinematográfica e audiovisual no País, ao inovar quanto às formas de estímulo estatal e à abrangência de sua atuação. Isso porque o FSA contempla atividades associadas aos diversos segmentos da cadeia produtiva do setor – produção, distribuição/comercialização, exibição e infraestrutura de serviços – mediante a utilização de diferentes instrumentos financeiros, tais como investimentos, financiamentos, operações de apoio e de equalização de encargos financeiros.
Fonte: Minc

Clube de Leitura vai dissecar a obra “Azul dentro do banheiro”, no Sesc

O Clube de Leitura do Sesc Corumbá vai dissecar a obra “Azul dentro do banheiro”, de Marlene Mourão, um livro que recebeu crítica poética de Manoel de Barros, em 1976. O Clube de Leitura é aberto ao público e acontece no dia 27 de fevereiro, às 18h.

 

O encontro ficará mais especial com a presença confirmada da autora, trocando ideias sobre o processo criativo, poesia, composição gráfica e também promovendo debate sobre o livro.

 

O Clube de Leitura Corumbá, Ladário e região foi criado em 2015 por um grupo de leitoras que buscavam canais para debater as obras. Para participar, é só antes ler o livro – os escolhidos sempre integram o acervo do Sesc Corumbá. Quem participa pode participar da votação dos livros a serem discutidos nos outros meses.

Contação e cineminha animam o sábado infantil do Sesc Corumbá

No sábado (17), a criançada tem encontro com a diversão no Sesc Corumbá. As atividades, completamente gratuitas, começam às 18h, com o Cine Clubinho que desta vez exibe “O Mundo dos Pequeninos”.

 

Nos subúrbios de Tóquio, sob o assoalho de uma casa velha, Arrietty (Saoirse Ronan) vive em seu minúsculo mundo com a família, fazendo de tudo para manter em segredo a existência de todos. Sobrevivendo como pequenos ladrões, eles conhecem as regras para que nunca sejam percebidos pelos verdadeiros – e grandes – donos da casa. Para isso, procuram manter a desconfiança deles em cima dos gatos e ratos e tomam todos os cuidados possíveis para evitar de serem vistos. Contudo, quando um jovem rapaz se hospeda na casa, a pequenina Arietty acredita que poderá manter uma amizade com ele, apesar da diferença dos tamanhos.

 

Às 19h tem a contação “Mamãe trouxe um lobo pra casa”, texto de Rosa Amanda Strausz. Levi é o lobo que chega para morar com uma mãe separada e muda radicalmente o cotidiano da família. Quem não gosta nem um pouco da novidade é seu filho, acostumado a ser o rei da casa. Medo, ciúme e muita ação marcam o começo da divertida relação entre o menino e o lobo. Mas, aos poucos, este antagonismo em relação ao novo ‘companheiro’ vai se transformando em parceria e cumplicidade. A reconstrução da vida afetiva e familiar da mãe descasada — tema delicado e polêmico — é contada aqui com muita sensibilidade, humor e fantasia.

 

O Sesc Corumbá fica na rua 13 de junho, 1703 – Centro. Informações pelo telefone (67) 3232-3130.

Semana de samba e muito rock no Sesc Morada dos Baís; confira

A semana musical começa com samba, fechando o carnaval, e segue com muito rock, do pop ao clássico no Sesc Morada dos Baís.  A programação é gratuita, e a casa comporta um público de até 350 pessoas, por isso é importante chegar cedo.

 

A primeira apresentação, na Quarta-feira de Cinzas, 14, será de Toniquinho. Antônio Dionísio de Oliveira conhecido artisticamente como “Tônico da Viola” começou a carreira artística aos 17 anos, tocando nas casas noturnas de São Paulo e em Mato Grosso do Sul fundou o trio Pé de Moleque e depois o “Grupo Zuera”, que se destacou tocando com diversos artistas de renome nacional, como Martinho da Vila, Alcione, Zeca Pagodinho, Fundo de Quintal e Pérola Negra.

 

Quinta, 15, a Rox S.A sobe ao palco com seu pop rock para cantar e dançar. A voz e guitarra de Pedro Espíndola lideram os velhos conhecidos musicais Zé Fiuza, (bateria), Leonardo Reis (baixo & voz) e Leca Harper (guitarra & voz) num passeio entre o clássico e o contemporâneo do pop e rock nacional e internacional. A sonoridade explora a personalidade musical de cada um de seus integrantes, gerando uma fusão única e eclética, com roupagem encorpada em timbres exclusivos.

 

Sexta, 16, tem rock clássico com a banda “On The Road”, inspirada no movimento de 1950, nos Estados Unidos, que revolucionaria o cenário musical. A apresentação convida o público a uma verdadeira viagem ao túnel do tempo do rock com os clássicos que marcaram diferentes épocas.

 

Quem fecha a semana musical, no sábado, 17, é Piazza, que vai embalar o público com apresentação de seu repertório pop rock, levando sucessos como Capital Inicial e Engenheiro do Hawaii. “O Sesc Morada dos Baís é um ótimo espaço para o artista divulgar seu trabalho não só para quem é de Campo Grande, porque é um ponto turístico e recebe muitos visitantes de fora”.

 

Piazza começou a tocar como profissional em 1997, no bar Universidade da Cerveja e já atuou também no Mato Grosso, Florianópolis, Chapecó, Salvador, Ilha de Itaparica e Caruaru.

 

O Sesc Morada dos Baís fica na Avenida Noroeste, 5140. Informações pelo telefone (67) 3311-4300. O espaço bistrô é aberto às 18h30 e as apresentações musicais começam às 20 horas.

Sesc Lageado abre inscrições para cursos gratuitos de música e dança

Estão abertas inscrições para os cursos do Sesc Lageado. Os cursos artísticos são oferecidos por meio do PCG (Programa Sesc de Comprometimento e Gratuidade). Há opções para crianças com idade entre 05 e 16 anos. Crianças de a partir de 08 anos precisam apresentar o CPF para a inscrição.

 

O período de inscrições teve início nesta segunda-feira, 29 e segue até o dia 22 de fevereiro,  por meio do site sesc.ms (aba institucional – PCG) e na própria unidade. O critério básico do PCG é que a renda familiar da criança não pode ultrapassar 03 salários mínimos.

 

As vagas são para os cursos de Ballet Clássico e Baby Class, Violão Iniciante, Canto Iniciante, Teclado, Percussão, Violoncelo Iniciante, Violino Iniciante, Musicalização e Iniciação Musical.

 

O Sesc Lageado fica na rua João Selingardi, 483 – Bairro Lageado. Informações pelo telefone (67) 3378-1902. A unidade atende de segunda a sexta-feira, das 7h30min às 11h30min e das 13h30min às 17h30min.

 

Confira o edital da seleção com todas as informações dos cursos com vagas abertas aqui