Em tom de alegria 7ª Temporada do Chapéu é aberta em Campo Grande; confira a programação

ZeroUmInforma/ArteECultura – As ruas do centro da cidade foram tomadas ontem (16) por um cortejo festivo e alegre puxado pela Orquestra Vai Quem Vem. Dezenas de pessoas prestigiaram a abertura da 7ª Temporada do Chapéu – Mostra Nacional do Teatro de Rua percorrendo a Rua Barão do Rio Branco, contornando a 13 de Maio, passando pela Praça Ary Coelho e seguindo até o ponto de partida no Calçadão da Barão pela 14 de Julho, onde foi apresentado o primeiro espetáculo da temporada com a companhia Circo Le Chapeau.

A Orquestra Vai quem Vem é formada por 25 integrantes de diversas partes do país trazendo um ecletismo musical. Há dois anos o grupo participa de dois grandes eventos, o Carnaval e a Festa de São João. Para Vinil Moraes, músico e coordenador da Orquestra, foi uma experiência única participar da abertura do evento, “A gente se sente honrado de poder participar e celebrar o teatro.”

Muita gente voltou à infância com as peripécias e performance dos atores Junior de Oliveira e Pepa Quadrini que mostraram números circenses, malabarismos, palhaçaria, acrobacias. O Tradicional Pocket Show da companhia Le Chapeau resgata justamente os elementos do circo com leveza e comicidade. Daniele Paes Esteves estava indo almoçar, quando viu o teatro a céu aberto, resolveu parar para assistir, “achei talentoso. Há alegria nas coisas simples, a gente não precisa de muito luxo, mas sim de momentos como esse”, disse entusiasmada. Já as amigas Eliana Maranini, salgadeira e Verônica Colombo, atendente, gostaram do que viram, “é uma distração”, disseram.

O espetáculo agradou os transeuntes que passavam pelo Calçadão da Barão. Foto: Daniel Reino

Já a encarregada de departamento pessoal Cleodete Lima estava com a filha Rafaela Lima de 5 anos na praça Ary Coelho, quando o cortejo por lá passou e resolveu acompanhá-lo. Assistiu ao espetáculo e disse ter lembrado da infância, “e ainda era de graça”, frisou.

Rafaela de 5 anos e sua mãe Cleodete (à esquerda) se divertiram com o espetáculo ao ar livre. Foto: Daniel Reino

A companhia Le Chapeau, que, aliás, leva esse nome por ser o chapéu um símbolo, como se substituísse a bilheteria, já que os espetáculos que a companhia apresenta geralmente são na rua, a céu aberto. “A nossa ideia é sempre se apresentar na rua independentemente de eventos”, ressalta o ator Junior de Oliveira que completa, “a gente ficou super animado, mesmo com o sol a pino, porque a Temporada do Chapéu é muito importante para nós. Já é a quarta edição que a gente participa”, conclui. João Rocha, diretor do espetáculo disse o que o evento oportuniza arte voltada para a população, “atinge pessoas que não conseguiriam ir ao teatro”.

Aline Zilli é do Rio Grande do Sul e faz parte do Grupo Uêba, que vai se apresentar no domingo às 16h da Orla Ferroviária. Zilli disse que o evento favorece a troca de experiência e o intercâmbio entre os próprios artistas, “a gente vem do Sul e encontra-se com o resto do país”.

A atriz Aline Zilli prestigiou o evento e também irá se apresentar no domingo com a Cia Uêba de RS. Foto: Daniel Reino

É a primeira vez que a Temporada do Chapéu recebe recursos do FIC (Fundo de Investimentos Culturais). “Queremos estar participando com o público, divertindo-os e nos divertindo”, disse Fernando Cruz, organizador do evento.

A 7ª Temporada do Chapéu vai até  domingo. Confira a programação:

 

17/03/2017

SEXTA FEIRA

9h às 11h30 Oficina sede economia solidária OFICINA – O Teatro e o Corpo – Grupo Pombas Urbanas –  SP

15h30 [Sesc Morada dos Bais] ROSA DOS VENTOS – Super Tosco [Presidente Prudente – SP]

É Super! Tem incríveis acrobacias, habilidades, número de equilíbrio, músicas cantadas e tocadas ao vivo com naipe de sopros e uma banda completa de um homem só, o Maestro Nicochina. Tem muito mais, animais ferozes, bambolês adestrados, dançarinos e artistas internacionais que se apresentam a qualquer custo. Por que Tosco? Só assistindo pra saber… Super Tosco não tem segredo, o espetáculo é super, mas é Tosco. É mais que o mais dos mais! Chega a ser heroico de tão super. Mas o super não vem sozinho, é pressuposto para nome composto, aí que vem o Tosco.  A trama é real, feita por palhaços que com suas histórias e números de divertimento não vão achar outra forma de heroísmo que não a tosca… A grandiosidade do Super aparece em acrobacias habilidades, número de equilíbrio, músicas cantadas e tocadas ao vivo com naipe de sopros e uma banda completa de um homem só, o Maestro Nicochina. Tem muito mais, animais ferozes, bambolês adestrados e artistas internacionais que se apresentam a qualquer custo. (Obs.: Ma… ma pensa num negócio tosco? Malacabado? Bagunçado? Sujo? Nuns artistas charlatões?). Essa é uma farra circense para rir!

 

Elenco: Luís Valente, Fernando Ávila, Tiago Munhoz e Robson Toma.

Adaptação, criação e direção: Rosa dos Ventos

Linguagem: Arte cênica de Rua

Trilha e Música original: Robson Toma

Figurinos e cenografia: Rosa dos Ventos

 

17h [Sesc Morada dos Baís] GRUPO TEATRO DE CARETAS – Final de Tarde [ Fortaleza – CE]

O espetáculo Final da Tarde se baseia numa experiência diferente de teatro de rua, tanto na relação entre ator e público como na relação com a cidade. O espetáculo propõe uma experiência de atuação cênica baseada no detalhe da interpretação, onde proximidade e intimidade entre transeuntes e atores são os elementos centrais. Um aspecto importante é que os transeuntes não são previamente informados da peça. Não há palco nem formalidades de início e fim. A história de uma mãe, seu filho e seu marido que invade o dia a dia da cidade no instante cotidiano.

 

Direção e Dramaturgia: André Carreira

Assistente de Direção: Lara Matos

Oficina de Atuação: Miguel Rubio (Yuyachkani Peru)

Elenco: Vanéssia Gomes; Non Sobrinho; Vera Araújo;

Assistência de Cena: Rebeka Lúcio

Figurino: Jacqueline Brito

Projeto Cenográfico: Diego Brito

Cenografia (Cadeira) : Cleomir Alencar

Produção Vanéssia Gomes

Assistente de produção Vera Araujo

 

19h30 [SEDE ECONOMIA SOLIDÁRIA] Seminário Arena Aberta – A RUA É NOSSA  com Vera Parenza (RS), Vanéssia Gomes (CE), Marcio Silveira dos Santos (RS), Marcelo Palmares (SP), Luiz Valente (SP), João Rocha (MS)

Mediador – Fernando Cruz

 

Lançamentos dos livros:

Livro “Teatro de Rua – Discursos, Pensamentos e Memórias em Rede” Organizadores: Vanéssia Gomes; Licko Turle; Jussara Trindade.

 

O Grupo Teatro de Caretas apresenta TEATRO DE RUA: Discursos, Pensamentos e Memórias em Rede. O livro está organizado de forma a propiciar aos leitores (em especial aqueles artistas que atuam nos espaços abertos) os múltiplos olhares de algumas práticas/experiências artísticas realizadas pelos rueiros do Brasil que se transformaram em estudos, pesquisas, reflexões, registros históricos. De certa forma, ele é para nós uma práxis; ou seja, uma devolução teórica para retroalimentar a nossa prática como artistas-trabalhadores das ruas que somos. Os articulistas, que generosamente contribuíram com esta edição, são atores/ diretores integrantes de um ou mais coletivos ou grupos de teatro de rua de todo o Brasil. Alguns atuam também no ensino das artes, em instituições públicas e privadas, como artistas-docentes; outros aprofundam suas investigações no campo científico da pesquisa e da pós-graduação. Uma conquista para a multiplicação dos saberes e fazeres desta modalidade teatral, na permanente busca pelo fortalecimento das artes públicas no país. Ela é um verdadeiro e merecido presente para se comemorar, os 10 anos da RBTR e os  18 anos do Grupo cearense de teatro de rua, o Teatro de Caretas. Em novembro no Ceará o Grupo organizou um encontro nacional de teatro de rua tendo a presença de 210 pessoas ao longo de 5 dias de atividades em Fortaleza e Aquiraz. Tudo isso foi possível devido a FUNARTE – Fundação Nacional de Artes, o movimento Todo Teatro é Político, do Ceará (o primeiro, com recursos financeiros; e o segundo, com sua rede de articulações locais) e a Casa Civil do Governo do Estado do Ceará, que respalda a arte pública de rua como um bem necessário para a população do Estado e em consequência para todo o Brasil, nos dando condições para a publicação deste livro e a produção de um vídeo documentário sobre o evento. Vida longa à Rede Brasileira de Teatro de Rua!

Livro “Longa Jornada de Teatro de Rua Brasil Afora.” Autor: Márcio Silveira dos Santos

O Livro “Longa Jornada de Teatro de Rua Brasil Afora” apresenta ao público um recorte da trajetória do Grupo Manjericão. São relatos apaixonados que vem à tona pelas mãos de um de seus fundadores, Márcio Silveira dos Santos, desde seu início, trazendo essas vivências ao leitor como se fosse espectador de cada momento vivido. Ainda traz os relatos da maior aventura do coletivo artístico porto-alegrense, que parte do Rio Grande do Sul para uma jornada no norte do Brasil. Mas não é uma expedição qualquer. Trata-se de levar a arte teatral para o interior da Amazônia, descendo de barco rio abaixo e atracando nas comunidades ribeirinhas com a palhaçaria feita por um experiente trio. Essa jornada é apresentada em seus encontros inusitados e momentos singulares, em narrativas e diários de bordo, além de muitas imagens captadas nesta imersão na floresta.

18/03/2017

SÁBADO

11h [Praça Ari Coelho] Teatral Grupo de Risco – A Princesa Engasgada [Campo Grande – MS]

Uma história irônica de uma princesa que se engasga com uma espinha de peixe e o rei determina que seja encontrado um médico para curar sua filha. Uma camponesa cansada apanhar do marido, resolve se vingar e diz ao fidalgo  que ele é médico,  mas  só  trata  seus  pacientes  quando  apanha.  O camponês, sem direito de recusa, é levado ao rei e assim começa seu castigo.  Com suas peripécias consegue ganhar a simpatia do rei.  Tendo como referência a Comédia  Dell’Arte,  dois  atores se transformam em reis,  princesas,  camponeses,  tudo  aos  olhos  do  público  que participa ativamente de toda a história. O espetáculo resgata o clima da Idade Média, quando as companhias cênicas viajavam pelo interior dos países europeus apresentando suas peças em carroças.

Direção: Colaborativa (o grupo), assinada por Roma Román

Produção: Fernanda Kunzler

Elenco: André Tristão e Yago Garcia

Música: Ewerton Goulart

Cenário: Márcia Gomes

Adereços: Emmanuel Mayer e Roma Román

Figurino: Anderson Bernardes

Texto: Márcia Frederico

 

15h [Sesc Morada dos Baís] MOENDA COLETIVO DE TEATRO – Amizade é uma Coisa, Farinha é Outra

Seu Florindo é um homem humilde. Seu maior orgulho é seu jardim, onde colhe flores de todas estações. Seus vizinhos sabem que em suas terras tudo cresce, e por conta de seu caráter generoso, divide tudo que planta, principalmente com seu maior amigo, seu Osvaldo, grande proprietário de terras da região. Mas Osvaldo tem outras ideias sobre o que é ser amigo e como agir com as coisas que crescem em suas próprias terras. Por ser doutor sábio, grande conhecedor de filosofias e teorias humanas, vai tentar ensinar para o humilde Florindo o que é ser amigo de verdade, afinal, amizade é uma coisa, farinha é outra!

 

Texto: Coletivo Moenda de Teatro (livremente inspirado no conto O Amigo Dedicado, de Oscar Wilde).

Elenco: Natalia Mazarim, Antonio Junior, Tig Vieira, Lucas de Oliveira, Larissa Sampaio e Marina Cucco.

Cenografia e figurinos: O coletivo

Direção: José Parente

Produção: Natália Mazarim

Apoio a produção: Tig Vieira

Produção Gráfica: Tig Vieira

Foto: Eder Bicudo

16h [Sesc Morada dos Baís] OIGALÊ – Circo de Horrores e Maravilhas [Porto Alegre – RS]

Circo de Horrores e Maravilhas é a décima montagem da Oigalê. Farsa baseada nos tradicionais circos dos horrores do início do século passado, que exibiam pessoas ‘diferentes’ como objetos de diversão. O espetáculo reflete sobre a exclusão, de uma forma divertida e poética. A barbada, a gigante, as siamesas, são algumas das atrações internacionais que descortinam suas histórias. Mulheres que evidenciam a superação de dificuldades, frequentemente vividas por aqueles que não se enquadram nos padrões de normalidade impostos pela sociedade.  O texto foi inspirado em casos verídicos. As ‘grandes diferenças’ são mostradas como metáforas da intolerância às pequenas diferenças, existentes em diversos âmbitos da sociedade e que ainda prevalecem pelo mundo inteiro. A montagem partiu do texto dramatúrgico e de improvisações, por meio da pesquisa de uma linguagem de ampliação corporal, jogo e composição de imagens apropriadas à dramaticidade dessas figuras.  A música é executada ao vivo pelas próprias atrizes, conferindo um colorido especial ao trabalho. O espetáculo conta com o recurso de acessibilidade de Libras, a língua brasileira de sinais (executada pelas próprias atrizes), facilitando a comunicação com a comunidade de deficientes auditivos.

Texto e Trilha Sonora: Fernando Kike Barbosa; Vera Parenza

Direção: Cláudia Sachs; Vera Parenza

Atuação: Roberta Darkiewicz; Vera Parenza

Preparação e Direção Musical: Simone Rasslan

Arranjos: Beto Chedid

Figurinos e adereços: Alexandre Magalhães e Silva

Cenografia: Luís Marasca

Assistente de Cenografia: Lia Rodrigues

Produção: Giancarlo Carlomagno; Hamilton Leite; Ilson Fonseca; Vera Parenza

 

17h [Sesc Morada dos Baís] POMBAS URBANAS – Era Uma Vez Um Rei [ São Paulo – SP]

“Era Uma Vez Um Rei” traz à cena a vida de três mendigos, catadores de papelão, ferro e garrafas que se revezam para empurrar o seu carrinho. Aos poucos o trabalho se transforma em uma brincadeira na qual, a cada semana, cada um deles será rei, depois presidente e em seguida ditador. O jogo humano e imaginativo torna-se intenso e esses mendigos saem completamente da realidade em que vivem para entrar em um espaço lúdico e de fantasia sobre o poder e a riqueza. Ao mesmo tempo inocente e malicioso, a despolitização deles coloca-os na posição de subjugar o seu próximo. Eles acabam perdendo totalmente seus escrúpulos para dominar um ao outro e manter-se no poder, ou melhor, em cima do carrinho. Um teatro popular, profundamente humano e político, que de forma simples e direta, abre um diálogo com seu público, com sua comunidade, para que a partir da Arte, cada um possa se reconhecer como um ser que vive e participa das questões relevantes ao nosso país e a nosso tempo. A linguagem do espetáculo propõe uma dinâmica que se abre a participação do público, assumindo o teatro como um ato público, onde a plateia pode adotar, em alguns momentos, o papel / posição de “povo” no desenrolar do espetáculo.

Texto: Oscar Castro

Direção: Juliana Flory

Cenografia: Alexandre Souza

Figurino: Carlos Alerto Gardin

Assistente de figurino: Fernanda Versolato

Direção Musical: Grupo Pombas Urbanas e Giovanni Di Ganzá

Música de abertura: “Molambos Molhados” – Ray Lima

Arte Gráfica: Grupo Pombas Urbanas e Inês Castelli

ELENCO: Adriano Mauriz; Marcelo Palmares; Paulo Carvalho Jr; Cinthia Arruda; Juliana Flory; Marcos Kaju; Natali Santos; Ricardo Big

 

19/03/2017

DOMINGO

SARAU DO CHAPÉU:

 16h na Orla Ferroviária

16h -GRUPO UÊBA – Zão e Zoraida em Mapa para Brincar [Caxias do Sul – RS]

“Zão e Zoraida em Mapa Para Brincar” é uma peça com a essência do universo infantil. A história começa com o encontro dos dois palhaços que juntos partem para a busca da felicidade eterna. Seguindo o mapa, eles entram na floresta, passam por diversas situações cômicas, são pegos pelo guarda e vão parar na prisão. Eles aprendem a lição e partem em busca do tesouro, até que uma descoberta muda essa história… Os personagens interagem com o público e fazem com que todos participem na busca pela Felicidade Eterna.

Autores: Jonas Marcel Piccoli e Aline Fernanda Zilli

Diretor: Jonas Piccoli

Figurinista: Raquel Cappelletto

Elenco:  Aline Fernanda Zilli – Zoraida, Jonas Marcel Piccoli – Zão

Apoio e sonoplastia:  Márcio Silveira

 

17h30 -TEATRO IMAGINÁRIO MARACANGALHA – Tragicomédia de Dom Cristóvão e Sinhá Rosinha [Campo Grande – MS]

Sinhá Rosinha quer casar, mas, como enfrentará o autoritário pai, o prepotente dom Cristóvão, o ex-namorado e seu apaixonado pretendente? Como escapará de um casamento forjado pelo dinheiro e viverá o seu amor desimpedido? Como diz sinhá Rosinha: “que se dane seu dinheirinho eu quero é o amor!”. Uma farsa que exalta os valores como a independência, a arte e o amor.

Adaptação do texto de Federico Garcia Lorca

Direção: Fernando Cruz

Direção musical: Jonas Feliz

Atuadores: Ariela Barreto, Fernando Cruz, Fran Corona, Moreno Mourão e Renderson Valentim

Figurino, cenografia, adereços e maquiagem: Ghva

Arte : Thiago Silva/Najom

Fotografia: Diogo Gonçalves/Ateliê Passarinho

PERFORMANCE – Glória ao Boi nas Alturas

A Performance “Glória ao Boi nas alturas” vai trazer um retrato da aristocracia branca e ruralista, hora ao buscar a essência da cultura bovina, hora ao fazer o duo entre política e religião. A interação com o público é inevitável. Duração: entre 15 e 20 min.

Direção: Estefania Martins e Thiago Silva Moraes.

Roteiro: Estefânia Martins.

Produção: Bárbara Albino, Estefânia Martins e Thiago Silva Moraes.

PERFORMANCE – Interna Sombra

Direção : Henrique Lucas

Interpretação Henrique Lucas e Marcos Gautto

Produção – Rafael Mareco

MÚSICA:

MOCAMBO GROOVE [Presidente Prudente – SP]

A Mocambo Groove no show “Mocambagem” apresenta um pouco da diversidade da música brasileira com pitadas de “word music” através de composições que foram desenvolvidas ao longo deste quase sete anos de sua formação, com influências de música instrumental e música popular brasileira as composições são marcadas pelo baião, maracatu, samba, ijexá, frevo e a sua mistura com rock, reggae, funky, salsa e entre outro estilos que são experimentados e “lapidados” em busca do groove.

Grupo La Firma (CG), Subaquera da Bahia e,SARAU ABERTO ,Poesia , Feira de : rangos ,Arte visuais ,artesanato e abraços !

DJ LUCAS MOURÃO [Campo Grande – MS] Com músicas brasileiras que muito agradam ao paladar.

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