Com prêmios de até R$ 8 mil, Festival Universitário da Canção revela talento

 

A criatividade e o talento musical encontram espaço no FUC (Festival Universitário da Canção), evento promovido pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), destinado à apresentação de canções autorais e que está com as inscrições abertas até 04 de novembro de 2021. A Fundação de Cultura de MS é apoiadora do evento.

 

O tradicional evento musical, iniciado em 1987 em Mato Grosso do Sul é destinado a universitários ou formados em todas as instituições de ensino do Estado e, ainda, aqueles que concluíram sua graduação em outro Estado, mas que residam há pelo menos um ano em Mato Grosso do Sul.

 

Com prêmios de até R$ 8 mil, a iniciativa abre as portas para que novos talentos se revelem, mostrando assim a variedade de talentos regionais.

 

“Mato Grosso do Sul é berço de grandes talentos, reconhecidos nacional e internacionalmente e muitos, deram os primeiros passos no cenário musical, nos tempos de estudantes. O FUC é uma grande chance para quem busca expor sua criatividade, além de ser um evento de fomento à cultura de nosso Estado”, pontua o pró-reitor de Extensão, Cultura e Esporte, Marcelo Fernandes.

 

O FUC está dividido em duas modalidades: popular e de câmara. Na categoria popular, serão consideradas aptas as composições com letra, melodia e acompanhamento instrumental, com duração máxima de cinco minutos e aberta a todos os gêneros musicais.

 

Já para a modalidade canções de câmara, serão consideradas composições musicais com letra, melodia e acompanhamento instrumental, vinculadas à tradição erudita, também com duração máxima de cinco minutos.

 

As inscrições das canções são gratuitas e devem ser realizadas até o dia 04 de novembro, no formato MP3 pelo site festivaldacancao.ufms.br, onde o edital também está disponível para consulta.

 

A premiação será dividida em seis categorias e serão compostas duas comissões julgadoras, sendo uma para cada estilo de canção, compostas por professores, músicos e representantes da UFMS, Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Orquestra Sinfônica de Campo Grande e da sociedade civil.

 

Premiação

Os valores dos prêmios variam entre R$ 4 mil e R$ 8 mil, sendo consideradas a votação popular ou da comissão julgadora, de acordo com cada modalidade.

  1. Melhor canção popular: prêmio de R$ 8 mil outorgado por votação popular, após seleção prévia da comissão julgadora;

  2. Melhor canção de câmara: prêmio de R$ 8 mil outorgado por votação popular, após seleção prévia da comissão julgadora;

  3. Melhor intérprete: prêmio de R$ 4 mil outorgado pela comissão julgadora;

  4. Compositor revelação: prêmio de R$ 4 mil outorgado pela comissão julgadora;

  5. Melhor poesia original (letra): prêmio de R$ 4 mil outorgado pela comissão julgadora; e

  6. Melhor construção melódico-harmônica: prêmio de R$ 4 mil outorgado pela comissão julgadora.

 

A divulgação dos selecionados ocorre em 07 de novembro e as apresentações serão realizadas no Teatro Glauce Rocha, no dia 18 de novembro de 2021.

Bienal do Livro do Rio de Janeiro será realizada de 3 a 12 de dezembro

Com o tema “Que história queremos contar a partir de agora?”, a Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro será realizada entre os dias 3 e 12 de dezembro, no Riocentro.

 

A ideia é aproveitar o evento para que as pessoas reflitam sobre as perdas e imposições trazidas pela pandemia de covid-19 e pensem sobre o futuro que desejam construir daqui para a frente, afirmou a diretora da multinacional francesa GL events, responsável pela Bienal, Tatiana Zaccaro.

 

O evento terá formato híbrido e a programação será transmitida pela internet. “Seguindo todos os protocolos sanitários, visando a segurança e a saúde de todos os envolvidos – público, funcionários, autores –, nós vamos trabalhar com 50% da capacidade do espaço. Todos aqueles que não conseguirem ir, por conta da redução de público ou porque não se sentem seguros de ir até a Bienal ou ainda porque moram longe ou até em outro país, vão poder acompanhar por meio da plataforma digital. Toda a programação vai ser transmitida por streaming”, informou Tatiana.

 

Os ingressos começarão a ser vendidos no início de novembro apenas pela internet. Os valores dos ingressos ainda não foram definidos.

 

Novidades

 

Uma novidade desta edição da Bienal do Rio é a curadoria coletiva. São ao todo 11 curadores que trazem diferentes visões para conduzir a construção da programação. “A gente buscou pessoas para que esse coletivo traga visão específica de cada nicho que a gente acredita que seja importante estar no conteúdo da Bienal”.

 

Integram o grupo de curadores a cineasta, produtora e diretora Rosane Svartman; a escritora e cineasta Letícia Pires; a escritora, jornalista e atriz Bianca Ramoneda; o jornalista Edu Carvalho; a escritora, jornalista e apresentadora Ana Paula Lisboa; o ator, roteirista, dramaturgo e escritor Felipe Cabral; a escritora e diretora Claudia Sardinha; o escritor e diretor Julio Ludemir, a jornalista Fátima Sá; a pesquisadora e consultora artística Raphaela Leite; e a escritora, roteirista e jornalista Eliana Alves Cruz.

 

Segundo Tatiana, a curadoria vai definir a programação da Estação Plural, que será lançada nesta vigésima edição da Bienal do Rio. Nesse espaço, serão reunidos autores, artistas e formadores de opinião que transitam no ecossistema literário – literatura, poesia, narrativa, atualidades, cultura pop, diversidade, ficção e não ficção –, visando debater com o público as diferentes perspectivas sobre “quem éramos, quem somos e o que vamos ser daqui para frente neste novo horizonte que aguarda a todos”.

 

Vacinação em dia

 

Para acesso à Bienal do Rio, será necessária a apresentação do comprovante de vacinação para os maiores de 12 anos. Serão exigidos distanciamento entre os visitantes e uso de máscaras. “Seguiremos à risca o que a lei, as autoridades e os comitês científicos dos estados decidirem. Neste momento, é esse o protocolo constituído hoje no Rio de Janeiro para o evento”. Tatiana admitiu que até dezembro, pode haver mudanças, que também serão observadas pela organização da Bienal. Totens com álcool em gel estarão disponíveis em todo o espaço do Riocentro.

 

Como a Bienal vai trabalhar com 50% da capacidade, os 300 mil visitantes serão admitidos durante os dez dias do evento. Haverá dois turnos diários para entrada na Bienal. Em cada turno, serão recebidas 15 mil pessoas, o que totaliza 30 mil por dia. Na hora da compra do ingresso, o visitante deve agendar o dia e horário em que deseja visitar a Bienal. “Nós fizemos assim justamente para democratizar o acesso, para que mais pessoas possam visitar a Bienal”, completou Tatiana Zaccaro.

 

A Bienal de Livros do Rio é realizada em parceria com o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), que há 80 anos representa a classe editorial no país. O presidente do SNEL, Marcos da Veiga Pereira, acredita que o evento marcará um novo momento para o mercado de livros.

 

“Além de ser um dos eventos mais importantes da cidade e o maior da indústria do livro no Brasil, a Bienal deste ano representará a materialização dos bons encontros que as histórias proporcionam.”

 

Para as editoras, Pereira disse que o evento sempre trouxe uma exposição extraordinária para as obras e uma troca direta com o público. “A nossa expectativa é de que o retorno dessa visibilidade e do aquecimento das vendas, que acontece de forma singular durante a Bienal, possa marcar um novo capítulo para o mercado editorial e a validação dos nossos esforços para atravessarmos esse período”, afirmou.

 

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Produção em Foco promove palestras e oficinas online para fortalecer cadeia criativa

A Fuá Produções, com o intuito de democratizar o acesso ao conhecimento na área de produção cultural e contribuir com o fortalecimento da cadeia da economia criativa, realiza a primeira edição do Produção em Foco – projeto que visa a qualificação de artistas, produtores culturais e não produtores para o fomento das artes em geral. Com três ciclos de palestras e oficinas, o evento já está com inscrições abertas para o primeiro eixo, que tem como temática central a “Gestão Cultural”, que acontecerá de 21 a 24 de outubro em formato online.

Trata-se de um projeto de qualificação profissional com outras atividades que irão acontecer nos meses de novembro e dezembro. “O Produção em Foco tem como público-alvo produtores e não produtores culturais, os profissionais convidados para ministrar as oficinas e as palestras possuem extensa experiência e muitos são reconhecidos nacionalmente dentro de sua área de atuação, acredito que possam contribuir muito com as discussões e com a qualificação profissional de quem participar”, explica a idealizadora do projeto e coordenadora da Fuá Produções Culturais, Julia Basso.

Os interessados em participar do evento devem fazer inscrição pelo site (www.producaoemfoco.com.br). As palestras são gratuitas e as oficinas possuem uma taxa de R$ 20. As pessoas que não tenham como custear a inscrição podem solicitar isenção do valor junto ao formulário comprovando baixa renda. O pedido será avaliado pela comissão do projeto.

As atividades irão reunir profissionais de norte a sul do Brasil, com excelência na área de produção cultural. Tudo para oferecer às pessoas os temas mais atuais que permeiam a profissão de produtor cultural e ainda criar um ambiente de conhecimento no qual os participantes possam tanto criar uma rede de contatos como conhecer a realidade do mercado cultural de diferentes partes do País.

Programação – No ciclo I, a temática de Gestão Cultural será trabalhada com quatro profissionais de diferentes estados (São Paulo, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul e Pará), como detalha Julia Basso. “São convidadas de fora e da nossa região, profissionais, mulheres, respeitadas e de renome no mercado nacional. Elas que estão aí fazendo e acontecendo e com certeza tem muito a contribuir com suas diferentes experiências”.

Entre elas está a jornalista Úrsula Vidal, do Estado do Pará, jornalista e ativista social com  atuação internacional frente às mudanças climáticas, com forte liderança dentro do Projeto Climate Reality da Fundação Al Gore e, recentemente, coordenou o trabalho de articulação e execução da Lei Aldir Blanc (LAB) pelos estados, a frente do cargo de secretária Estadual de Cultura do Pará.

A abertura do evento ficará nas mãos de Isaura Botelho, de São Paulo, doutora em Ação Cultural pela USP, ela já trabalhou na Funarte e acompanhou de perto a criação do Ministério da Cultura, em 1985. Atualmente, presta serviços de consultoria a instituições como o próprio Fundação Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais, Sesc SP, IBGE, etc.

Nesta primeira fase, serão duas palestras e duas oficinas práticas. “Esse é o primeiro ciclo do projeto ‘Produção em Foco’, no qual vamos abordar temas que permeiam a Gestão Cultural, como conceito, prática, gestão  de eventos, gestão e políticas públicas, etc. Em seguida, nos meses de novembro e dezembro, teremos outros dois ciclos de atividades”, detalha Julia.

A ideia é que o projeto seja feito por etapas a fim de ter o melhor rendimento possível. Tanto que o Ciclo II “Formação de Público” será realizado em novembro e o Ciclo III “Investimento à Cultura” será promovido no mês de dezembro.

“Optamos por oferecer pausas entre uma programação e outra exatamente para que o público interessado possa participar da maior quantidade de atividades possíveis e, ainda, propiciar esse intervalo de assimilação entre um conteúdo e outro, sem exaurir a psique de ninguém, considerando que estamos todos, de alguma maneira, sobrecarregados e com muitas atividades online neste período de pandemia em que todos sentimos de algum modo os efeitos”, pontua.

A programação do Ciclo I e outros detalhes do projeto Produção em Foco já estão disponíveis no site. Outras informações também podem ser acompanhadas nas redes sociais, Instagram e Facebook (@fuaproducoes).

O Produção em Foco foi contemplado com recurso do FMIC – Fundo Municipal de Investimentos Culturais, da Sectur – Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, órgão vinculado à Prefeitura de Campo Grande.

 

Mês do Comerciário: Filhos de Campo Grande se apresentam hoje na praça

Hoje (15), às 18h30, os Filhos de Campo Grande se apresentam na praça Ary Coelho, dentro da programação especial do Mês do Comerciário, ação do Sistema Comércio – Sesc com apoio da Prefeitura Municipal, por meio da Sectur. A participação do público é gratuita.

 

“Queremos proporcionar um momento de diversão para toda a família, em especial aos comerciários, por isso, foi idealizada a realização no coração do comércio da capital. Vivemos um período desafiador, mas precisamos trabalhar para retomada das atividades, e entendemos que é importante promover ações que incentivam o lazer e a cultura, para isso contamos com grandes parceiros, como a Sectur e a Prefeitura Municipal, que tem caminhado conosco em diversos projetos”, diz a diretora regional do Sesc MS, Regina Ferro.

 

No dia 22 se apresenta a dama do rasqueado, a cantora Delinha, com o Grupo Antigo Aposento. E encerrando a programação especial, no Dia do Comerciário, 30, quem sobe ao palco da Praça do Rádio é o cantor Nando Reis.

 

Informações pelo telefone (67) 3311-4300 ou pelo WhatsApp (67) 3311-4417. Acompanhe as ações do Sesc Cultura @sescculturams e Facebook/sescculturams.

 

FCMS abre seleção de artistas de MS para participação no Festival Campão Cultural

A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) publicou no diário oficial de ontem (13) a chamada pública de artistas de Mato Grosso do Sul para a participação no Campão Cultural – 1º Festival de Artes, Diversidade e Cidadania de MS, que acontecerá, em Campo Grande, entre 22 de novembro a 5 de dezembro de 2021. O festival tem como objetivo o fomento à produção artística sul-mato-grossense, promovendo a diversidade e cidadania, e inspirando uma nova visão de futuro, mais inclusiva e sustentável. Baixe o edital aqui.

 

A chamada pública vai selecionar as seguintes categorias:

 

MÚSICA:

 

3 shows musicais, entre 50 minutos e 60 minutos de duração, de artistas solos, grupos ou coletivos, que comprovem 4 anos de atuação artística através de portfólio, para serem apresentados em palco de grande porte. Valor bruto por apresentação: R$ 12.000,00.

 

4 shows musicais, entre 40 minutos e 50 minutos de duração, de artistas solos, grupos ou coletivos, para serem apresentados no palco da 1ª Feira da Música de Campão. Valor bruto por apresentação: R$ 7.000,00.

 

4 discotecagens, com 30 minutos de duração, de artistas solos, grupos ou coletivos, para serem apresentadas no set de DJ da 1ª Feira da Música de Campão. Valor bruto por apresentação: R$ 2.000,00.

 

17 shows musicais, com duração entre 40 minutos e 50 minutos de duração, de artistas solos, grupos ou coletivos, para serem apresentados na programação noturna da 1ª Feira da Música de Campão, na Feira de Artesanato e no Circuito Comunidades. Valor bruto por apresentação: R$ 4.000,00.

 

6 palestras shows, com temas relacionados à história e origem da música de MS, com duração entre 50 minutos e 60 minutos de duração, de artistas solos, grupos ou coletivos, para serem apresentados em ambiente escolar. Valor bruto por apresentação: R$ 5.000,00.

 

TEATRO:

 

6 espetáculos com no mínimo 35 minutos de duração de artistas solos, grupos ou coletivos, que comprovem no mínimo 2 anos de atuação na área através do portfólio, para serem apresentados em ruas, praças ou espaços adaptados com estrutura de iluminação cênica. Valor bruto por apresentação: R$ 7.000,00.

 

CIRCO:

 

6 espetáculos com no mínimo 35 minutos de duração de artistas solos, grupos ou coletivos, que comprovem no mínimo 2 anos de atuação na área através do portfólio, para serem apresentados em ruas, praças ou espaços adaptados com estrutura de iluminação cênica. Valor bruto por apresentação: R$ 7.000,00.

 

DANÇA:

 

6 espetáculos com no mínimo 35 (trinta e cinco) minutos de duração de artistas solos, grupos ou coletivos, que comprovem no mínimo 2 (dois) anos de atuação na área através do portfólio, para serem apresentados em ruas, praças ou espaços adaptados com estrutura de iluminação cênica. Valor bruto por apresentação: R$ 7.000,00.

 

AUDIOVISUAL:

 

8 curta-metragens, com no máximo 25 (vinte e cinco) minutos de duração, classificação livre, para exibição ao ar livre e similares. Valor bruto por exibição: R$ 2.000,00.

 

4 curta-metragens, com no máximo 25 (vinte e cinco) minutos de duração, classificação 12 anos ou mais, para exibição direcionada a público específico. Valor bruto por exibição: R$ 2.000,00.

 

ARTES VISUAIS:

 

10 aquisições de obras de arte, podendo ser desenho, pintura, gravura, escultura, fotografia, objeto ou arte digital, para exposição imersiva e mapeada. Valor bruto por cada aquisição:  R$ 5.000,00 (cinco mil reais).

 

Cada proponente poderá se inscrever somente uma única vez. As inscrições poderão ser feitas entre os dias 13 e 24 de outubro de 2021, através dos links:

 

Música: https://forms.gle/GXaMKWJq1Zn1iHGx8

 

Teatro: https://forms.gle/be8c1sENyjRnWaDD9

 

Circo: https://forms.gle/Fa3b1cMQ3mdZFyip8

 

Dança: https://forms.gle/wk4jvKTfYFFo4gxi7

 

Audiovisual: https://forms.gle/MrwKupEDnu3sVv2H6

 

Artes Visuais: https://forms.gle/tesbtbKH2sUL7Hz69

 

 

Mais informações podem ser obtidas nos telefones e e-mails abaixo:

 

Música: whatsapp 67 99959-6056 – fcmsmusica@gmail.com

 

Teatro, Circo e Dança: whatsapp 99272-9770 – teatrodifusao@gmail.com

 

Audiovisual: whatsapp 99253-5955 – audiovisual.fcms@gmail.com

 

Artes Visuais: whatsapp 99200-3730 – marilenagrolli@gmail.com

 

 

Galeria de Vidro exibe imagens do 14º Prêmio New Holland de Fotojornalismo

Os campo-grandenses poderão conferir as mais belas fotografias sobre o campo da América do Sul na exposição itinerante do 14º Prêmio New Holland de Fotojornalismo. A exposição vai de 14 a 28 de outubro, na Galeria de Vidro, e terá 31 imagens, incluindo as quatro campeãs e as três que receberam menção honrosa. A entrada é gratuita.

Uma das imagens com menção foi a do fotógrafo sul-mato-grossense João Henrique Garrigó, com a foto “O Caipira”. A qualidade do material, que apresenta um céu com estrelas em uma modesta casa e um homem na varanda, chamou a atenção dos jurados.

A atual edição do Prêmio New Holland de Fotojornalismo, que teve o tema “Agricultura, substantivo feminino”, contou com 2.201 imagens registradas por 530 fotógrafos entre profissionais e amadores. Do total de participantes, 211 são profissionais, responsáveis por 895 fotos de campo e 141 de máquina. Já os amadores são 319, que produziram 953 imagens de campo e 212 de máquina. Os países participantes foram: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.

Para o secretário municipal de Cultura e Turismo, Max Freitas, é um “grande prazer” receber em Campo Grande a exposição itinerante do Prêmio New Holland de Fotojornalismo. “Queremos que os acadêmicos dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda possam conhecer e prestigiar. Será uma grande oportunidade para que os alunos conheçam o trabalho dos renomados fotógrafos e o olhar diferenciado deles para o campo e o meio ambiente”, destaca o secretário.

“Fico muito feliz de participar de um prêmio grandioso, com tantos fotógrafos excelentes. E mais feliz ainda por poder trazer a exposição para o nosso Estado, para Campo Grande. Além de poder divulgar as nossas fotos na América do Sul, ainda tem o reconhecimento pelos jurados. É o maior prêmio que tem no Brasil para o campo”, destacou Garrigó.

 

Vencedores

O primeiro lugar profissional campo ficou para Ricardo Wolffenbüttel, de Santa Catarina, com a imagem “A terra cura”. A melhor fotografia profissional máquina é de Sérgio Ranalli, com “A colheita”. Na categoria amador, o vencedor campo foi Noilton de Lacerda (Bahia) e, máquina, Rodrigo Arabori. Eles foram os vencedores com as fotos “Simplicidade” e “Colheita de milho”, respectivamente.

Com a foto “Tocando para Pacha Mama”, Uriel Montúfar, do Perú, recebeu a menção honrosa profissional na categoria campo. Também teve o reconhecimento nessa categoria João Henrique Garrigó e menção honrosa amador campo Malely Sanches, da Colômbia, que apresentou a fotografia “Renascer”.

“Para a New Holland, o Prêmio de Fotojornalismo é uma oportunidade de aproximar as pessoas da realidade do campo, mostrando toda a diversidade da agricultura na América do Sul. Como somos uma marca sempre próxima dos agricultores, queremos levar essa mensagem para toda a sociedade, que além de poder admirar o excelente trabalho desses fotógrafos, sejam eles profissionais ou entusiastas, vai poder conhecer um pouquinho mais, por meio das imagens desta exposição, a força da agricultura no nosso continente”, afirma Gustavo Taniguchi, diretor de Marketing Comercial da New Holland Agriculture para a América do Sul.

Além das sete imagens premiadas, outras 24 farão parte do evento, sendo elas:

– “Mulher e a alpaca”, Uriel Montúfar (Peru);

– “A casa de Pedro Marmeleiro”, Daniel Castellano (Brasil);

– “A horta da dona Maria Inês Riva”, Fellipe de Alcântara (Brasil);

– “A pega de boi”, Miguel Salvador (Brasil);

– “Atentas”, Ariel Miranda (Uruguai);

– “Bem viver”, Ana Mendes (Brasil);

– “Caminho para o campo”, Federico Orozco (Colômbia);

– “Campo próprio”, Márcio Menasce (Brasil);

– “Candeia”, Nereu Cavalheiro (Brasil);

– “Corrida de cavalos nos Altos Andinos”, Uriel Montúfar (Peru);

– “Cavalo negro e seu dono”, Daniel Soares (Brasil);

– “Dedicação no campo”, Fernando Martinho (Brasil);

– “Engenho de madeira com tração animal”, Rui Barreto (Brasil);

– “O nascedouro de árvores”, Sérgio Ranalli (Brasil);

– “Rambo do bananal”, Albari Rosa (Brasil);

– “Roscasiri”, Uriel Montúfar (Peru);

– “Saudação matinal”, Cesar Martinez (Colômbia);

– “Descanso na cozinha”, Antonio Herrera (Colômbia);

– “Colheita do pão de cada dia”, André Shimohiro (Brasil);

– “Coliseu do campo”, Victor Imesi (Brasil);

– “Plantio”, Daniel Machado (Brasil);

– “Semeador”, Daniel Machado (Brasil”;

– “Sucessão de espanto”, Ana Cecilia Casnati (Uruguai);

– “Rotina”, Carlos Aliperti Júnior (Brasil).

O Prêmio é realizado pela Mano a Mano Produções, apoiado pela Lei de Incentivo à Cultura da Secretaria Especial da Cultura e patrocinado pela New Holland Agriculture e pelo Banco CNH Industrial. A exposição itinerante em Campo Grande tem o apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.

 

Exposição Itinerante 14º Prêmio New Holland de Fotojornalismo

 

  • Data: 14 a 28 de outubro de 2021
  • Galeria de Vidro: Esplanada Ferroviária, Av. Calógeras, 3015
  • Horário de funcionamento: Segunda a sexta, das 7h30 às 19h30 / Sábado, das 7h às 11h e das 14h às 19h30
  • Gratuito

 

Sobre o Prêmio New Holland de Fotojornalismo

 

O Prêmio New Holland de Fotojornalismo é um projeto cultural apoiado pela Lei de Incentivo à Cultura da Secretaria Especial da Cultura, com a realização da Mano a Mano Produções Artísticas e patrocinado pela New Holland Agriculture e pelo Banco CNH Industrial. Criado com o objetivo de valorizar o trabalho dos repórteres fotográficos, o projeto passou a premiar também fotógrafos não profissionais — pessoas aficionadas pela fotografia. Inicialmente restrito ao Brasil, o concurso foi ampliado primeiramente para o Mercosul e, ao completar dez anos, para toda a América do Sul, tornando-se o principal concurso fotográfico desses países. Além da premiação, o projeto realiza exposições fotográficas itinerantes pelas cidades dos países participantes.

Em comemoração aos 44 anos do Estado, FC lança documentários no Auto Cine hoje

Como parte da programação das comemorações dos 44 anos de MS, a Fundação de Cultura lança hoje (12), às 19 horas, no Auto Cine da UFMS, os documentários MS em Imagens e Sons produzidos durante o curso ministrado pelo MIS e TVE Cultura – Prêmio Darcy Ribeiro. No evento serão entregues os certificados aos participantes do curso. A entrada é franca e aberta ao público em geral.

O II Curso de Documentário MS em Imagem e Som foi realizado graças ao Prêmio Darcy Ribeiro concedido pelo Instituto Brasileiro de Museu (Ibram) pela ação educativa que foi o “I Curso MS 40 anos em Histórias Cinematográficas” realizado em 2017, uma parceria da Fundação de Cultura, através do Museu da Imagem e do Som, com a TVE Cultura de Mato Grosso do Sul. A coordenação do curso foi de Carlos Diehl e Marineti Pinheiro, e os ministrantes convidados foram: Álvaro Banducci, Fernanda Gurgel, Luiz Henrique Gehlen, Tiago Pedro e Vitor Zan.

Confira abaixo a sinopse dos documentários que serão exibidos:

Poty (7’13)  

 

Sinopse: A roupa típica Guarani e Kaiowá é muito importante durante os cantos e precisa ser vestido com esse Poty, através disso o Jary se aproxima cada vez. As jovens, futuras Nhandesy’s (rezadeiras) aprendem com as mais velhas, assim como aprendem a tocar instrumentos como o Takapu, fundamentais nos rituais sagrados.

Direção/ Roteiro/ Câmera / Som: Daniele Jorge João e Michele Perito Concianza

Edição: Marineti Pinheiro

Pós-Produção Carlos Diehl

Finalização EV Imagens

 

Flores de Bálsamo (16’)

 

Sinopse: A descoberta de um antigo instrumento musical proporciona o encontro de um jovem com a música e as tradições da Ilha de Okinawa, despertando também as lembranças de seus bisavôs. As histórias do casal de idosos convidam o espectador a refletir sobre a relação entre o som e memória, como também sobre continuidade e mudança cultural.

Roteiro, Fotografia e Direção: Lucas Miyahira dos Santos, Henrique Arakaki e Karen Freitas

Som Direto e Pós-Produção de Áudio Vitor Tomaz Zan

Animação de Abertura: Henrique Arakaki

Color Correction: Lucas Miyahira dos Santos

Operador de Áudio: Roberto Tormin

 

“Troca de Gibis – Uma mania dos anos 60-70”  (14’51)

 

Sinopse: Burburinho nas tardes dominicais ao lado do Santa Helena! A calçada era dividida por cinéfilos, vendedores ambulantes e trocadores de gibis. A nostalgia da Campo Grande dos anos 1960 a 1970 é relatada por depoimentos de quem viveu o auge da mania da troca dessas Histórias em Quadrinhos. Recorte que documenta a influência dos gibis às novas gerações por seu encantamento. Espera-se que sempre haverá leitores.

Pesquisa e Argumento: Celso Higa

Roteiro, produção e direção: Celso Higa, Sandra Freitas e Thays Regina Biehl

Imagens: Carlos Diehl, Marineti Pinheiro e Rachid Waqued

Edição: Carlos Diehl e Thays Regina Biehl

Finalização: EV Imagens

 

Abayomis ( 9’)

 

Sinopse: A importância do reconhecimento da ancestralidade e da representatividade que as crianças negras precisam para construir sua identidade de maneira positiva. Abayomis utiliza da memória afetiva e da feitura da boneca preta para transmitir valores de amor, respeito e resistência que uma mãe ao se recordar da sua infância recupera em um baú suas bonecas pretas que representa a herança e o legado da sua família.

Direção Sheila Azevedo

Roteiro Sheila Azevedo Pereira e Luciana Scanoni

Assistente de Roteiro Vagner Santos

Produção Ana Rita Dorneles, Sheila Azevedo, Luciana Scanoni e Raylson Chaves

Fotografia Raylson Chaves, Luciana Scanoni, Carlos Diehl, Marineti Pinheiro

Edição Raylson Chaves

Pós-produção Carlos Diehl

 

Invasão Rap (16)

 

Sinopse: O documentário nasce da vida de Diogo Espírito, que somado as narrativas de Mano Xis, Marilena Grolli, DuBueiro, Mariana Rocha e Renato Naldinho, contam suas trajetórias na cultura hip hop.

Roteiro, fotografia e Direção: Nicoly Vargas, Beatriz Bogarim, Matheus Loureiro e Diogo

Espirito Santo

Som direto: Carlos Dihel

Cinegrafista: Emerson Silva

Edição e Montagem: Matheus Loureiro

Assistente de edição e colorização Thauanny Maíra

 

Mais informações sobre o evento com o Museu da Imagem e do Som pelo telefone: (67) 3316-9178.

Foto: Imagem do documentário Flores de Bálsamo

Cultura é destaque no programa “Retomada MS”, com investimentos de R$ 77 milhões

Nas comemorações dos 44 anos do Estado de Mato Grosso do Sul, a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul destaca as ações que vêm sendo desenvolvidas no setor cultural no âmbito do programa “Retomada MS” e que têm o investimento de quase R$ 77 milhões e outras iniciativas executadas em 2021.

“Mato Grosso do Sul é referência em investimentos para o setor cultural, especialmente nesse período em que o segmento esteve entre os mais impactados pela pandemia. O governador Reinaldo Azambuja atuou junto aos gestores da Fundação de Cultura para formatar um pacote robusto de medidas, que contemplaram três editais de auxílio emergencial, gestão dos editais da Lei Aldir Blanc, investimentos para restauração de patrimônios culturais, além de assegurar recursos para os editais que abrangem diferentes setores da cultura. É um compromisso assumido e que está sendo honrado com a categoria”, destaca João César Mattogrosso, secretário de Estado de Cidadania e Cultura.

Ações do Governo do Estado em prol da Cultura de MS:

 

MS Cultura Cidadã – O programa “MS Cultura Cidadã” para trabalhadores da cultura de Mato Grosso do Sul possibilitou o acesso dos profissionais ao auxílio financeiro de R$ 1.800, que estão sendo depositados em três parcelas iguais e sucessivas de R$ 600. O valor estimado do investimento de apoio financeiro emergencial totaliza R$ 3.230 milhões, custeado pelo Tesouro Estadual.

“Prêmio MS Cultura Presente III – Lei Aldir Blanc” – A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul publicou no Diário Oficial de 8 de setembro o Edital emergencial “Prêmio MS Cultura Presente III – Lei Aldir Blanc” para selecionar propostas artístico-culturais de artistas e demais profissionais da cultura nas áreas de Artes Cênicas (circo, teatro e dança), Música, Artes Visuais, Audiovisual, Cultura de Rua, Artesanato, Moda e Design, Literatura, Patrimônio Cultural e Área Técnica ou Produção Cultural. O Edital irá premiar propostas que contenham produtos culturais aptos a manter a Cultura de Mato Grosso do Sul viva e em circulação, sejam os produzidos antes ou durante o estado de calamidade pública em decorrência da pandemia mundial do novo coronavírus.

A seleção de até 350 produtos culturais é voltada a de artistas e demais profissionais da cultura residentes e domiciliados em Mato Grosso do Sul, sejam pessoas físicas ou microempreendedores individuais com atividade empresarial artística-cultural, organizados em grupos ou individualmente (artistas solo). O produto cultural selecionado dentro do número de vagas receberá um prêmio total no valor de R$ 6 mil.

MS Meu Samba – A Fundação de Cultura de MS fez um repasse financeiro para custear a realização de diversas oficinas de capacitação profissional para as escolas de sambas adultas e mirim filiadas à Lienca (Liga das Escolas de Samba de Campo Grande), em Campo Grande/MS. O valor, para a implementação do projeto, é de R$ 250 mil. O projeto tem por objetivo principal o apoio às Ligas de Escolas de Samba. Este segmento artístico de Campo Grande abarca mais de três mil carnavalescos, dentre eles: bateristas, aderecistas, figurinistas, costureiros, mestres de bateria e brincantes de todas as idades, ou seja, artistas oriundos das oito agremiações que compõem a Liga das Entidades Carnavalescas na Capital. Tais artistas encontram-se na atualidade em situação de vulnerabilidade social, pois a renda básica obtida por essas famílias, na maioria das vezes, vem do carnaval.

Som da Concha – O projeto leva quinzenalmente ao público da Capital, dois shows de artistas ou bandas de MS. A seleção dos artistas ocorre via inscrições em editais lançados anualmente pela Fundação de Cultura de MS. Neste ano, o Edital recebeu 241 inscrições. Através dele foram selecionados dez artistas e bandas para o show de abertura e dez para o show de encerramento. Seguindo protocolos de biossegurança, o evento adotou formato híbrido e com 25% da capacidade de público presencial.

Editais do artesanato – Artesania é um projeto que existe desde 2007 e visa o fortalecimento do artesanato produzido em Mato Grosso do Sul, prevendo investimentos na capacitação de artesãos e no incentivo à criação de núcleos artesanais. A iniciativa aproveita as vocações regionais, levando a preservação das culturas locais e a formação de uma mentalidade empreendedora por meio da preparação para o mercado competitivo. Realizado de forma presencial atendeu diversos municípios e comunidades do interior do Estado. Com a pandemia do novo coronavírus o projeto foi suspenso em 2020 e retornou em 2021 de forma virtual, para fomentar o artesanato de MS e seu modo fazer. As gravações aconteceram entre os dias 4 e 7 de outubro.

O Edital de seleção pública “Prêmio Artesanato de Referência Cultural Sul-mato-grossense” premiou as cem melhores peças artesanais de referência cultural de Mato Grosso do Sul. O Edital objetiva manter a cultura viva e em circulação em tempos de restrições impostas pela pandemia mundial. O valor bruto da premiação é de R$ 2 mil.

Está aberto o Edital para seleção de artesãos e entidades representativas do artesanato sul-mato-grossense para participar da 21ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte) e a 32ª Feira Nacional de Artesanato. A Fenearte acontecerá de 10 a 19 de dezembro de 2021, em Olinda, Pernambuco, e a 32ª Feira Nacional de Artesanato acontecerá de 07 a 12 de dezembro, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

São disponibilizadas 6 (seis) vagas para cada uma das feiras, totalizando 12 vagas, sendo duas para artesãos individuais e quatro para entidades representativas do artesanato (pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos), para cada Feira. Podem participar da seleção artesãos que estejam cadastrados no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (Sicab), com Carteira Nacional dentro do prazo de validade e que tenham disponibilidade para viajar e realizar a comercialização dos seus produtos durante o evento. As entidades representativas devem ser legalmente constituídas e estar cadastradas no Sicab. As inscrições serão realizadas até 31 de outubro.

Seleção de artesãos e entidades para participação no Salão do Artesanato em Brasília – Está aberta a seleção de interessados em participar da 14º Salão de Artesanato – Raízes Brasileiras em Brasília/DF, que acontece de 27 a 31 de outubro de 2021, com espaço coletivo de 50m², para divulgação e comercialização de produtos artesanais de Mato Grosso do Sul. Serão disponibilizadas 6 vagas, sendo 2 para artesãos individuais e 4 para entidades representativas do artesanato (pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos). O resultado final sai no dia 19 de outubro.

Rodada de Negócios do Artesanato – Realizada pela Fundação de Cultura, com apoio do Sebrae no dia 11 de agosto, movimentou um valor estimado de R$ 95 mil. Foi apresentado o artesanato de referência cultural sul-mato-grossense para empresários compradores de todo o Brasil. Participaram 27 artesãos, foram realizadas 211 reuniões por 36 empresas, totalizando 13 compradores. A iniciativa foi gratuita e virtual.

Fundo de Investimentos Culturais (FIC-MS) – Os 51 contemplados pelo FIC 2019 receberam o pagamento para realização dos seus projetos. Os recursos totalizam R$ 5.109.811,00 (cinco milhões, cento e nove mil, oitocentos e onze reais). Devido à pandemia da Covid-19, os projetos selecionados tiveram que ser readequados. Em julho, o Governo do Estado autorizou o lançamento do Edital de chamamento público do FIC para 2021-2022. Serão R$ 8 milhões reservados para execução de novos projetos de arte e cultura.

Restaurações – Dentro do programa “Retomada MS”, o Governo do Estado vai restaurar a Igreja São Benedito, que fica na Comunidade da Tia Eva, em Campo Grande, e o famoso “Castelinho”, em Ponta Porã. O objetivo é valorizar o patrimônio cultural do Estado. A igreja São Benedito vai receber investimento de R$ 450 mil e o Castelinho de R$ 4 milhões.

O Marco (Museu de Arte Contemporânea de Mato Grosso do Sul) e a Concha Acústica, em estruturas que ficam dentro do Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, também receberão investimentos na casa dos R$ 300 mil para melhorias. O Centro Cultural José Otávio Guizzo e o Teatro Aracy Balabanian também receberão melhorias. O investimento será de R$ 5,5 milhões.

Edital de credenciamento para profissionais das áreas do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas – A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) publicou no Diário Oficial de 24 de setembro o resultado do Edital de Credenciamento nº 04/2021 para formação de cadastros de profissionais da área Cultural: Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas. O credenciamento terá validade de 12 meses, contados da data da publicação da lista de credenciados no Diário Oficial de MS.

Por meio deste Edital foi realizado o credenciamento de pessoas físicas ou microempreendedores individuais interessados em atuar na área de literatura em atividades relativas às políticas públicas do livro, leitura, literatura e bibliotecas, ofertadas pela FCMS, nas categorias: Oralidades, Palestrante/debatedor, Oficineiro e Mediador.

O Edital dita as normas deste concurso de seleção para futura contratação de prestadores de serviço para atuarem nos projetos culturais propostos pela FCMS como o “Proler”, “Biblioteca nas Férias”, entre outros.

22º Encontro do Proler e o 18º Encontro do Sistema Estadual de Bibliotecas – O tema deste ano será Literatura e Cidadania, e o evento será, mais uma vez, totalmente online, com transmissão por plataforma de vídeoconferência. O evento, que será realizado de 03 a 13 de novembro, tem por objetivo contribuir com o processo formativo de profissionais envolvidos com a formação de leitores, por meio da partilha de conhecimentos e troca de experiências sobre o livro, a biblioteca, a leitura e a literatura.

15ª Primavera dos Museus – Com programação extensa, a 15ª Primavera dos Museus aconteceu de 20 a 26 de setembro com ações conjuntas e com a participação de 13 instituições parceiras de Mato Grosso do Sul.  Idealizada pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), cuja organização e coordenação no Estado fica à cargo do Sistema Estadual de Museus de MS (SIEM/MS), a 15ª edição da Primavera dos Museus propôs o tema – Museus: perdas e recomeços – para refletir a função dos museus neste momento.

Concurso “Repensar e reimaginar o MIS antes e pós-pandemia em imagens e sons – O concurso realizado em parceria com o CineCafé, selecionou trabalhos diversos, entre fotografias, vídeos, músicas, áudios e/ou desenhos em especial storyboard com o tema “O futuro dos museus: recuperar e reimaginar”. O tema foi escolhido com o objetivo de provocar a sociedade para as formas espontâneas de valorização dos bens culturais, buscando enfatizar essas manifestações e trazer à luz o debate sobre o futuro dos museus numa linguagem atual e interativa. A entrega da premiação ocorreu em 24 de setembro.

Concurso de vídeos e curtas-metragens “Cine Aves MS – Edição 2021 – O concurso tem por finalidade promover a produção audiovisual independente sobre o tema: “Aves do Mato Grosso do Sul em Imagens e Sons” e incentivar a observação e conservação de aves por meio do cinema. Os três primeiros colocados recebem um Kit de Observação de Aves e brindes birding especiais.  A iniciativa do Museu da Imagem e do Som (MIS-MS), unidade da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul em parceria com o Instituto Mamede de Pesquisa Ambiental e Ecoturismo (IMPAE), Editora Ecodidática e Secretaria de Estado de Cidadania e Cultura de Mato Grosso do Sul (SECIC).

XI Simpósio Estadual de Educação Patrimonial e I Seminário Municipal do Patrimônio Cultural de Corumbá – Realizado pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul em parceria com a Prefeitura Municipal de Corumbá, o “XI Simpósio Estadual de Educação Patrimonial e I Seminário Municipal do Patrimônio Cultural de Corumbá”, contou com palestras e oficinas virtuais, de 16 a 20 de agosto em Campo Grande e nos dias 23 e 24 de agosto em Corumbá. A iniciativa visa contribuir para a formação critica reflexiva dos cidadãos sul-mato-grossenses, colaborando para o fortalecimento cultural de MS.

19ª Semana Nacional de Museus – Em comemoração ao Dia Internacional dos Museus (18 de maio), ocorreu de 17 a 21 de maio de 2021 a 19ª Semana Nacional de Museus, com programação totalmente online. O tema deste ano foi “O futuro dos museus: Recuperar e reimaginar”. Um dos objetivos foi questionar a atuação e possibilidades dos museus brasileiros, transformando e construindo os museus que pretendemos projetar no amanhã. A programação deste ano contou com oficina de fotografia, palestras, exibição de filmes, lançamento de curta-metragem, sarau virtual, concurso, exposições e visitas virtuais e lançamento de livros e documentários.

Além dessas ações a Fundação de Cultura de MS tem apoiado diversas lives de artistas em municípios do interior do Estado.

Para incentivar leitura, MS Digital disponibiliza obras literárias regionais

A mais recente atualização do aplicativo multiplataforma MS Digital irá promover e incentivar a leitura. O menu Cultura e Esporte recebeu o submenu “LeiaMS” que conta com livros vencedores do “Prêmio Leia MS – Lei Aldir Blanc” da Fundação de Cultura.

 

As obras literárias em formato de livro digital (e-books), integram diferentes categorias: Prosa, Poesia, Histórias em Quadrinhos (HQ) e Literatura Infantil e Juvenil.

O edital selecionou cerca de 40 produções culturais de artistas sul-mato-grossenses compostas antes ou durante a pandemia, que serão liberadas gradativamente no aplicativo. O direito de licença das obras é de um ano.

 

Até o momento, 25 obras literárias estão disponíveis no acervo. Ao selecionar um e-book, informações diversas como autor, gênero literário, classificação indicativa, e a sinopse dão uma prévia para o leitor.

 

É possível favoritar o arquivo, adicionar a estante virtual ou optar pela leitura naquele momento.

 

O titular da Secretaria de Estado de Cidadania e Cultura (Secic) ressalta que a atualização representa um avanço para a cultura local. “O MS Digital é uma excelente ferramenta para enaltecer as produções literárias regionais e incentivar a leitura, além de todos os serviços disponibilizados para população sul-mato-grossense”, destaca João César Mattogrosso.

MS Digital

 

O aplicativo MS Digital foi desenvolvido para simplificar o acesso aos principais serviços oferecidos pelo Governo do Estado ao cidadão.

 

A ferramenta está disponível nas lojas virtuais multiplataforma e foi desenvolvida para ocupar pouco espaço nos aparelhos celulares. A ferramenta ocupa apenas 30 MB de armazenamento nos aparelhos telefônicos.

 

Desenvolvido pela Superintendência de Gestão da Informação (SGI), o MS Digital conta com 86 serviços ativos e 52 mil usuários cadastrados. Desde o lançamento a ferramenta passa por aprimoramento contínuo e não há um limite de serviços a serem disponibilizados na plataforma, desde que simplifiquem a vida do cidadão sul-mato-grossense.