Até 29.05 – Exposição “Entre a Aula e a Escol(h)a” no MIS

 

 

De 11 até o dia 29 de maio, o MIS – Museu da Imagem e do Som, em Campo Grande, será palco de uma experiência única de imersão no universo da arte educacional. De autoria do artista colombiano, Julian Vargas, o projeto “Entre a Aula e a Escol(h)a” propõe uma reflexão sobre a relevância das artes desde a educação básica na formação das crianças enquanto cidadãos.

 

A entrada é gratuita e a abertura do projeto acontecerá no próximo sábado, dia 11 de abril, às 17h com uma roda de conversa, com tradução em libras, para professores da rede municipal de ensino e pessoas interessadas no assunto. Em seguida, haverá visitação do público para conhecer as obras.

 

“Aulas de artes enriquecem a experiência educacional e a vida dos alunos, promovendo a apreciação estética, o pensamento crítico na sociedade e a compreensão das diferentes manifestações culturais e artísticas no mundo. Além de desenvolver habilidades como criatividade, empatia, comunicação e resolução de problemas”, afirma o artista e autor da exposição, Julian Vargas. “E, o interessante da exposição é que o público pode interagir em duas obras. Quem passar pelo MIS vai poder participar da realização dessas obras”.

 

Entre a Aula e a Escol(h)a – Com 12 obras que abrangem desde as tradicionais pinturas em telas, vídeo até criações eletrônico-digitais, interativas e tecnológicas, a exposição busca evidenciar que as aulas de artes merecem ser priorizadas assim como as outras disciplinas no currículo escolar.

 

Esta é a primeira exposição individual de Julian Vargas em Campo Grande, que, no campo da cultura e de pesquisa, coleciona outros feitos. Isso porque ele é arquiteto formado na Faculdade de Bogotá (Colômbia), mestre em Estudos de Linguagem (UFMS). Também animou por sete anos a vida cultural de MS com a efervescência e musicalidade da banda Projeto Kzulo, grupo em que foi percussionista. Múltiplos conhecimentos técnicos e artísticos que, agora, dão forma e cor à exposição de arte.

 

O projeto oferecerá ao público pinturas (médio e grande porte) retratando a vida no ambiente escolar, escultura interativa com alto falante com depoimentos, escultura cinética (com servo-motor), vídeo-performance e  fotografias do making off do processo criativo do projeto.

 

Já em termos de acessibilidade, a exposição terá o aparado de audiodescrição das obras e legenda para o vídeo de making off. Além da tradutora de libras na roda de conversa e durante a abertura da exposição.

 

Imersão

 

“Estamos falando de um trabalho de vários processos porque o Julian traz nessa exposição a experiência que teve em seus estágios obrigatório nas escolas, durante sua formação como formação pedagógica. Depois tem o coletivo ‘Entre Nós’, da UFMS, do qual faço parte com ele, que é um grupo de pesquisa em arte, tecnologia e sociedade. Sem falar que ele é músico, arquiteto. Então, são muitas camadas dentro deste artista que nos convida a pensar no papel da arte em nossas vidas, principalmente, neste recorte da vida escolar que onde muitos indivíduos dão seus primeiros passos na vida em sociedade”, frisa a professora da UFMS, Venise Melo, mediadora do bate papo e autora do texto curatorial da exposição.

 

Ao lado de Venise, na roda de conversa também estarão outras três docentes: Patrícia Rodrigues, Caroline Sousa e Thais Baez, que acompanharam Julian no processo de estágio obrigatório nas escolas.

 

Vivência escolar que resultou em outra preocupação no projeto: englobar o quarto Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS), “Educação de Qualidade”, no escopo de sua exposição de arte, como ressalta o próprio artista Julian. “Minha ideia é trabalhar diretamente com os atores envolvidos na educação. Daí a criação da roda de conversa. Paralelo a isso, as obras que assino propõe essa reflexão sobre as artes e o espaço de trabalho que estão sendo disponibilizados aos alunos, professores e corpo técnico. Também é preciso pensar em trabalho decente, com educação e qualidade”.

 

“Entre a aula e a escol(h)a” é um projeto contemplado com recurso da Lei Paulo Gustavo (LPG), do MinC – Ministério da Cultura, Governo Federal, por meio de edital da Sectur – Secretaria de Cultura e Turismo de Campo Grande, instituição vinculada à Prefeitura Municipal de Campo Grande (PMCG). Apoio Museu da Imagem e do Som, FCMS – Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Setesc, Governo do Estado, UFMS e coletivo de pesquisa Entre Nós. Informações do projeto pelo Instagram (@julianvargas_art) ou no site https://entrenos.art.br/escolha

 

O Artista

 

 

Julián Danilo Vargas Cubillos é mestre em Estudos de Linguagens (UFMS), desenvolve projetos multi-linguagens e interartes. Membro pesquisador e artista do grupo Entre-Nós (UFMS), participou no encontro internacional #22.ART da UNB – Universidade de Brasília, no Distrito Federal, e na mostra The Wrong Biennale, assim como no Laboratório de Água (Plataforma Bogotá – Colômbia), ativista de arte e transformação social em Centro América (Panamá, El Salvador, Guatemala). Contemplado com o prêmio Arara Azul em Campo Grande, Julian tem participado de exposições coletivas nos Festivais de Campo Grande, Bonito e Corumbá.

 

 

Serviço:

 

Entre a aula e a escol(h)a – exposição de arte

 

Data: 11 a 29 de maio de 2024

 

 

Horário: Segunda a Sexta das 8h até às 17h50min

 

Sábado das 8h às 12h

 

Local: MIS – Museu da Imagem e do Som – nas dependências da FCMS

 

Endereço: Av. Fernando Corrêa da Costa, 559 – Vila Carvalho – Campo Grande

 

Entrada gratuita

9.06 – Edição de junho do “MS ao Vivo” terá Zeca Baleiro e Chico César

 

A próxima edição do “MS ao Vivo”, no dia 9 de junho, vai ser de muita MPB e música regional no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande. O cantor e compositor Zeca Baleiro subirá ao palco com Chico César, apresentando seu novo álbum “Ao Arrepio da Lei”.

 

A abertura fica por conta de Jerry Espíndola, com o show 40 Tons, a partir das 17h. A entrada é gratuita. O projeto é realizado pelo Governo do Estado, por meio da FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul) e Setesc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura), em parceria com o Sesc-MS (Serviço Social do Comércio).

22.05 – Palco Sesc recebe a dupla Elvis e Adriano

 

Quarta-feira, 22, é dia de mais um Palco Sesc e quem anima o público é a dupla Elvis e Adriano. A ação é do Sesc Cultura, integrante do Sistema Comércio em parceria com o Shopping Campo Grande.

 

O show, aberto ao público, começa às 18h30, na praça de alimentação. A dupla sertaneja, 100% campo-grandense, tem alcançado todo o Estado do Mato Grosso do Sul, com temas que contam os amores e desamores de uma paixão, em ritmo descontraído.

Até 20.05 – Naus 2024 faz sua primeira exposição em Dourados

 

O Projeto Naus 2024 apresenta sua primeira de três exposições em Dourados, a partir do dia 19 de abril, a partir das 19h na Caixa de Barro, a exposição Deslocamento como Ritual será aberta ao público com um coquetel e pocket show da cantora Fernanda Ebling. A exposição estará aberta para visitação até 10 de maio, a entrada é Gratuita. Com curadoria de Elias de Aquino e  trabalhos de Ana Mallmann, Antigodoy, Brenda Postaue, da Mata, Isabê, Melissa Aguiar e Tom Kyo. Financiado pelo Fundo de Investimentos Culturais – FIC, o Naus passará pelas cidades de Corumbá, Dourados e Campo Grande.

 

Naus é um programa de imersão artística e experimentação curatorial NAUS, que incentivará e realizará circuitos de pesquisa e produção, conversas e formações públicas e propostas expositivas durante o ano de 2024.

 

No primeiro desdobramento expositivo de Naus 2024, o olhar curatorial revisita a imersão voltando-se para a noção de viagem, numa tentativa de pensar os dinamismos e transferências de estado como sendo a coluna vertebral do processo artístico. Através da seleção de trabalhos que, conscientemente ou não, rompem ou subvertem determinados atributos da linguagem de produção comum dos artistas residentes, a exposição visa elucidar que a mudança geográfica é, necessariamente, um ritual de passagem, onde a renovação, a contração e expansão e o alargamento de determinadas possibilidades de pensamento estético e simbólico são consequências da mobilidade dos corpos e da diferença entre espaços.

 

Com a curadoria de Elias de Aquino, Deslocamento como Ritual é uma exposição que parte do princípio da viagem e da diferença geográfica para pensar alterações, transformações e novos olhares sobre a produção de um artista. Essa exposição foi traçada a partir de trabalhos que evidenciam a diferença na produção dos artistas envolvidos, relacionada ao novo lugar, ao novo espaço geográfico, com a ideia do deslocamento, do trânsito, como elementos que constituem pontos de transformação.

 

Para o curador, “a exposição do trabalho com uma figura metafórica muito importante que é a figura do rio,  o rio Paraguai da cidade de Corumbá acabou me inspirando bastante a pensar essa noção daquele local também como um espaço de intervalo entre uma coisa e outra. Então o rio em si é um espaço de deslocamento,um espaço de transformação, uma estrada que te leva de determinado ponto geográfico a outro ponto geográfico e aí a gente está pensando a partir dessa produção simbólica em cima do rio, também trabalhos que vão constituir uma estética e um discurso relacionados à água, relacionados à hidrografia”.

 

Serão 20 obras expostas com todo esse arcabouço de experiências realizadas na cidade de Corumbá, em fevereiro, a exposição Deslocamento como Ritual convida a essa imersão nas águas e nos personagens vagantes do Rio Paraguai.

 

Exposição Deslocamento como Ritual – Naus 2024

Data: 19/04 a 10/05/2024

Horário: 19h

20.05 – Henrique de Medeiros lança o livro “Nadas em Busca dos Tudos”

 

Na segunda-feira, dia 20 de maio, será a noite de autógrafos do novo livro do escritor Henrique de Medeiros – atual presidente da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras -, que compõe uma antologia num revisitar do poeta sobre suas obras. “Nadas em busca dos tudos” é o título desse novo trabalho, no qual a reunião de poemas dos seus livros supera-se por recriações de Henrique Alberto de Medeiros Filho das suas obras, com intervenções em formatos, sequências, sentidos das palavras, reescrevendo versos e unificando estilos da sua literatura – no colher da poesia que abrange quatro de seus livros (O azul invisível do mês que vem, Pirâmide de palavras, Que as dores se transformem em cores e Palavras correndo atrás de textos).

 

O local escolhido pelo escritor, jornalista e publicitário foi a própria Academia Sul-Mato-Grossense de Letras – nos altos da rua 14 de julho, 4653 -, num happening a ser realizado das 19 às 22h. O livro, lançado pela Editora Letra Livre (352págs), traz ainda ensaios sobre sua obra pelas mãos de professores doutores, ensaístas, pesquisadores e escritores: Ana Arguelho, Ana Maria Bernardelli, Dênis de Moraes, Rubenio Marcelo e Raquel Naveira. No prefácio, um texto escrito em 1996 por Manoel de Barros a Henrique de Medeiros serve como uma sensível lembrança entre poetas.

A temática de Medeiros em “Nadas em busca dos tudos – poemas reunidos e revisitados” compõe antologia poética sobre o contexto moderno urbano, a dificuldade do encontro, a existência fragmentada. Seus versos criam reflexões do cotidiano singular, que ganha ritmo e harmonia na investigação sobre grandezas e misérias que envolvem a condição humana. O autor atravessa fragilidades das relações, das religiões, percorre as confusões do ser, ilusões da vida – entre sobrevivências, dúvidas e buscas pelo continuar.

 

Numa linguagem que no seu total é basicamente voltada para a poesia concreta, em textos fortes que tratam os fragmentos da vida e do ser, Henrique de Medeiros afirma que a abordagem traz “anseios de respostas que não se disponibilizam, no pensar do homem e seus fazeres”. Para ele, o “entendimento entre o viver e a palavra é um exercício de buscas e resgates”.

 

AUTOR

 

Henrique Alberto de Medeiros Filho é poeta e escritor nascido em Corumbá, MS. Após sua infância, adolescência, estudos universitários e atividades profissionais como jornalista e publicitário em São Paulo e Rio de Janeiro, tornou-se partícipe da cena artística e cultural principalmente do Brasil Central. Graduado em Comunicação Social pela Universidade Gama Filho – RJ, exerce atividades criativas, multimídia, editoriais e empresariais. É autor de livros de poemas, contos, crônicas, outros escritos e biografia; faz parte, ainda, de diversas antologias e coletâneas. Imortal da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, é seu atual presidente e ocupa a cadeira de número 10. 

Até 19.05 – Boca de Cena, qualidade da produção de teatro e circo de MS

 

Entre os dias 13 e 19 de maio, Campo Grande vai respirar teatro e circo. A Mostra Boca de Cena – Semana de Teatro e Circo de Mato Grosso do Sul apresentará peças teatrais gratuitas em todos os cantos da Cidade Morena. Serão espetáculos de teatro e circo apresentados na Praça Ary Coelho e na Lona da Mostra, que fica ao lado do Memorial da Cultura, e no Teatro Aracy Balabanian. O festival é organizado pelo Governo do Estado, por intermédio da FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul) e Setesc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura).

 

Ao todo, serão 52 espetáculos de teatro e circo para toda a família. Além das apresentações, durante a semana será realizado o Seminário Estadual de Teatro e o primeiro Seminário de Circo, que discutirá políticas públicas para a área, sobre o fazer e pensar a arte como um todo, para todos os cantos do Estado.

 

O Boca de Cena teve início em 2008, com organização da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, em comemoração a duas datas importantes: Dia Internacional do Teatro e Dia Nacional do Circo. Até sua edição em 2018, o festival havia contemplado 123 apresentações de artistas sul-mato-grossenses, com público estimado de 22 mil pessoas.

 

“O Boca de Cena é um verdadeiro presente para a população de Mato Grosso do Sul, uma oportunidade de acesso à cultura de forma gratuita e democrática. Estamos empenhados em proporcionar uma semana repleta de espetáculos teatrais e circenses de alta qualidade, levando entretenimento e reflexão para todos os cantos da capita”, salienta o secretário de Estado de Turismo, Esporte e Cultura, Marcelo Ferreira Miranda.

 

Boca de Cena chega à 15ª edição ocupando diversos locais públicos e de cultura na capital

 

 

 

O diretor-presidente da Fundação de Cultura do estado, Eduardo Mendes, explica que Boca de Cena visa valorizar os artistas locais. “Além de destacar a riqueza cultural sul-mato-grossense, o Boca de Cena vem para destacar e valorizar nossos talentosos artistas locais. Estamos também preparando homenagens para reconhecer as contribuições significativas daqueles que muito fizeram pela cultura de Mato Grosso do Sul”.

 

Homenagens

 

Neste ano, serão homenageados os atores Lú Bigatão e Fernando Cruz, na área do teatro, e Malu Morenah e Laila Pulchério, no circo, durante a solenidade de abertura, programada para 13 de maio, às 19 horas, no Teatro Aracy Balabanian. Lú Bigatão Rios é atriz formada pela EAD/USP (Escola de Artes Dramáticas da Universidade de São Paulo), jornalista formada pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e mestre em Meio Ambiente pela Uniderp (Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal). Ela atua no teatro, no audiovisual e na educação ambiental. São 40 anos dedicados ao teatro, em que atuou em mais de 50 espetáculos, escrevendo, dirigindo e/ou produzindo.

 

Fernando Cruz, nascido em Porto Alegre (RS), em 1963, atua e milita nas artes públicas desde os anos 1980 no Teatro Imagináro Maracangalha, criado em 2006, em Campo Grande. Ele é ator, diretor e pesquisador em Teatro de Rua e Documental, Cultura Popular, Agitprop (Agitação e Propaganda), Intervenção, Performance e Cortejo. É licenciado em Artes Visuais pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e especialista em Ciências da Linguagem/Estudos Literários pela UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), com pesquisa em transposição da literatura medieval para dramartugia de rua. Atuou como Conselheiro Nacional de Cultura do Ministério da Cultura, de 2010 a 2014. Além disso, é articulador da RBTR (Rede Brasileira de Teatro de Rua).

 

Malu Morenah é formada pela extinta Academia Piolin de Artes Circenses (1978-1982, SP) em acrobacia aérea, contorcionismo e funambulismo. Profissional sindicalizada das Artes Cênicas desde 1980, teve enfoque na preparação do ator sob a estética e a coreografia cênica da linguagem do circo-teatro. Nos últimos anos, tem colabordo com projetos de parceiros em outras capitais e festivais em países da América Latina. Também faz locuções para audiovisuais em português e castelhano.

 

Laila Pulchério é formada em relações públicas, produtora cultural e fotógrafa. Atua no Circo do Mato – Grupo de Artes Cênicas, em Campo Grande, desde 2003. É responsável pela administração, elaboração de projetos, registros fotográficos e de vídeos, operação de som e luz de alguns espetáculos, comunicação, além da manutenção do espaço. Ao longo desses mais de 20 anos com o Circo do Mato, Laila fotografou e produziu vídeos de toda trajetória do grupo, estudos, pesquisas, reformas da sede, produções de espetáculos, projetos e, naturalmente, todos os trabalhos artísticos do grupo. Participa dos colegiados de circo e de teatro na capital e no estado.

 

Confira aqui a programação completa do Boca de Cena 2024.

17.05 – MIS exibe primeira animação japonesa a ganhar um Oscar, A Viagem de Chihiro

 

O Museu da Imagem e do Som (MIS), unidade da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), em parceria com o CineClube e a “Casa do Kame”, exibirá o filme A Viagem de Chihiro, nesta sexta-feira, 17 de maio de 2024 às 19h.

 

O filme a ser exibido é a jóia da coroa do consagrado Studio Ghibli. Fundado em 1985 por Hayao Miyazaki, junto com Isao Takahata e Toshio Suzuki, ao longo dos anos o estúdio de animação tornou-se um dos maiores símbolos do imaginário e da cultura pop japonesa das últimas décadas.

 

Entre os sucessos do estúdio podemos citar “Meu amigo Totoro” (1988) e “Princesa Mononoke” (1997). Em 2001 é lançado “A Viagem de Chihiro”, que em 2002 levou o aclamado crítico norte-americano Roger Ebert escrever que Miyazaki poderia ser o melhor cineasta da animação da história. O filme receberia o Oscar em 2003, na categoria “Melhor Animação”.

 

Sucesso de público e de crítica, o longa foi a primeira animação japonesa a ganhar um Oscar e a maior bilheteria da história do país até 2016, quando perdeu o título para a animação Your Name, de Makoto Shinkai.

 

Os filmes do Studio Ghibli têm uma combinação bastante singular no cinema mundial: misturam temas do folclore japônes, a uma atmosfera surrealista e elementos da cultura pop dos animes. Criando personagens cativantes, ora misteriosos, engraçados, ora enigmáticos e estranhos.

 

O CineClube abordará a relevância da obra, destacando a sua influência no cenário mundial. Os estúdios Ghibli ganharam uma proporção ao ponto de ser chamada de Estúdios Disney Japonês, tendo até mesmo ganhado um parque temático em 2022 no Japão. Com uma mitologia própria e estilo inconfundível, seus filmes tem ganhado cada vez mais prêmios importantes, como o recente Oscar de 2024 pela animação O Menino e a Garça.

 

Sinopse do filme: Chihiro é uma garota de dez anos que acredita que todo o universo deve atender aos seus caprichos. Ao descobrir que vai se mudar, ela fica furiosa. Na viagem, Chihiro percebe que seu pai se perdeu no caminho para a nova cidade, indo parar defronte um túnel aparentemente sem fim, guardado por uma estranha estátua. Curiosos, os pais de Chihiro decidem entrar no túnel e Chihiro vai com eles. Chegam numa cidade sem nenhum habitante e os pais de Chihiro decidem comer a comida de uma das casas, enquanto a menina passeia. Ela encontra com Haku, garoto que lhe diz para ir embora o mais rápido possível e ao reencontrar seus pais, Chihiro fica surpresa ao ver que eles se transformaram em gigantescos porcos. É o início da jornada de Chihiro por um mundo fantasma, povoado por seres fantásticos, no qual humanos não são bem-vindos.

 

 

  • Filme e debate: A Viagem de Chihiro (Japão/2001/ Animação/Aventura/Família/Fantasia /Mistério, Livre/2h05min’)

  • Data: 17 de maio de 2024

  • Horário: 19 horas

  • Local: Museu da Imagem e do Som de MS

  • Av. Fernando Corrêa da Costa, 559, 3º andar

  • Entrada franca

  • Informações: (67) 3316-9178

16.05 – Sesc Corumbá e a Orquestra Corumbaense de Viola Caipira abrem seletiva

 

 

O Sesc Corumbá junto com a Orquestra Corumbaense de Viola Caipira abre seletiva para pessoas que tocam viola caipira, para compor a orquestra. A audição será no Sesc Corumbá, na quinta-feira, dia 16 de maio, a partir das 18 horas, por ordem de chegada e não é necessária inscrição prévia.

 

 

“É uma oportunidade para jovens talentos que têm paixão pela música brasileira e desejo de aprender possam se desenvolver musicalmente”, diz Cirlene Cruz, gerente do Sesc Corumbá.

 

 

 

Para participar da audição, os requisitos são: tocar viola caipira em nível intermediário ou avançado; ter disponibilidade de horário para os ensaios semanais; disponibilidade de horário para as apresentações e idade mínima de 18 anos.

 

16.05 – Som do Sesc terá duo de voz e piano Sofia Basso e Letícia Dias

 

Quinta-feira, 16, o Som do Sesc recebe o duo de voz e piano Sofia Basso e Letícia Dias. A ação é  parceria do  Sesc Cultura, integrante do Sistema Comércio, com o Shopping Norte Sul Plaza.

 

A apresentação começa às 19 horas, na praça de alimentação, aberta ao público. O duo interpreta músicas e artistas renomados da música popular brasileira.

 

Sofia Basso é compositora sul mato-grossense e cantora. Letícia Dias é musicista, professora e pesquisadora acadêmica e pianista.