19.04 a 20.05 – Naus 2024 faz sua primeira exposição em Dourados

 

O Projeto Naus 2024 apresenta sua primeira de três exposições em Dourados, a partir do dia 19 de abril, a partir das 19h na Caixa de Barro, a exposição Deslocamento como Ritual será aberta ao público com um coquetel e pocket show da cantora Fernanda Ebling. A exposição estará aberta para visitação até 10 de maio, a entrada é Gratuita. Com curadoria de Elias de Aquino e  trabalhos de Ana Mallmann, Antigodoy, Brenda Postaue, da Mata, Isabê, Melissa Aguiar e Tom Kyo. Financiado pelo Fundo de Investimentos Culturais – FIC, o Naus passará pelas cidades de Corumbá, Dourados e Campo Grande.

 

Naus é um programa de imersão artística e experimentação curatorial NAUS, que incentivará e realizará circuitos de pesquisa e produção, conversas e formações públicas e propostas expositivas durante o ano de 2024.

 

No primeiro desdobramento expositivo de Naus 2024, o olhar curatorial revisita a imersão voltando-se para a noção de viagem, numa tentativa de pensar os dinamismos e transferências de estado como sendo a coluna vertebral do processo artístico. Através da seleção de trabalhos que, conscientemente ou não, rompem ou subvertem determinados atributos da linguagem de produção comum dos artistas residentes, a exposição visa elucidar que a mudança geográfica é, necessariamente, um ritual de passagem, onde a renovação, a contração e expansão e o alargamento de determinadas possibilidades de pensamento estético e simbólico são consequências da mobilidade dos corpos e da diferença entre espaços.

 

Com a curadoria de Elias de Aquino, Deslocamento como Ritual é uma exposição que parte do princípio da viagem e da diferença geográfica para pensar alterações, transformações e novos olhares sobre a produção de um artista. Essa exposição foi traçada a partir de trabalhos que evidenciam a diferença na produção dos artistas envolvidos, relacionada ao novo lugar, ao novo espaço geográfico, com a ideia do deslocamento, do trânsito, como elementos que constituem pontos de transformação.

 

Para o curador, “a exposição do trabalho com uma figura metafórica muito importante que é a figura do rio,  o rio Paraguai da cidade de Corumbá acabou me inspirando bastante a pensar essa noção daquele local também como um espaço de intervalo entre uma coisa e outra. Então o rio em si é um espaço de deslocamento,um espaço de transformação, uma estrada que te leva de determinado ponto geográfico a outro ponto geográfico e aí a gente está pensando a partir dessa produção simbólica em cima do rio, também trabalhos que vão constituir uma estética e um discurso relacionados à água, relacionados à hidrografia”.

 

Serão 20 obras expostas com todo esse arcabouço de experiências realizadas na cidade de Corumbá, em fevereiro, a exposição Deslocamento como Ritual convida a essa imersão nas águas e nos personagens vagantes do Rio Paraguai.

 

Exposição Deslocamento como Ritual – Naus 2024

Data: 19/04 a 10/05/2024

Horário: 19h

19.04 – MIS e Cineclube CineClube a “Casa do Kame”, exibem o filme Your Name

 

No dia 19 de abril de 2024 às 19h, O Museu da Imagem e do Som (MIS), unidade da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), em parceria com o CineClube a “Casa do Kame”, exibirá o filme YourName.

 

Your Name fala sobre como é importante seguir a intuição, mesmo quando a razão fala o contrário, mostra como o destino é implacável, as coisas acontecem exatamente como devem acontecer, e mostra como o tempo pode ser tanto o seu aliado quanto seu inimigo.

 

O anme ainda reflete sobre angústia, anseios por um futuro ainda distante, choques entre gerações e o equilíbrio de identidades através da história de dois jovens, Mitsuha e Taki, que trocam de corpo um com o outro durante um período de tempo, fazendo com que criem uma amizade forte entre eles e descubram mais sobre o Japão de cada um. Taki é um jovem de Tóquio, vivendo no Japão modernizado com pouco contato com as tradições antigas e os costumes que a modernização acabam tirando, como conseguir passar um certo tempo com a família. Já Mitsuha é o oposto de Taki, nascendo em uma cidade do interior, e tendo muito contato com as tradições japonesas — durante o filme descobrimos que a família de Mitsuha cuida de um templo xintoísta e a conexão entre eles não apresenta apenas uma distância de quilômetros, mas também de tempo, pois Taki vive três anos à frente do presente vivido por Mitsuha. Os dois, Mitsuha e Taki, representam a relação entre Japão Antigo x Japão Moderno respectivamente.

 

Com relação a parte gráfica/desenhos, o anime mostra com perfeição os detalhes em que são retratados, tanto em termos de objetos quanto de paisagens, diversos são os vídeos postados na internet comparando os cenários reais com os desenhos do anime.

 

O debate abordará temas como o destino e as escolhas que fazemos, bem como o tempo que dispomos para com que realmente importa e com as pessoas que amamos, temas sensíveis como o choque cultural e sua influência em um relacionamento serão pautados. Haverá ainda um espaço para a discussão sobre as técnicas de desenhos aplicadas para a fidelização dos objetos e dos cenários.

 

Sinopse do filme:

 

Mitsuha é a filha do prefeito de uma pequena cidade, mas sonha em tentar a sorte em Tóquio. Taki trabalha em um restaurante em Tóquio e deseja largar o seu emprego. Os dois não se conhecem, mas estão conectados pelas imagens de seus sonhos.

 

Filme e debate: Your Name (Japão/2017/ Drama/Romance/Fantasia, 14 anos/1h50min’) Quando: 19 de abril de 2024, às 19h, Gratuito

 

Onde: Museu da Imagem e do Som de MS Av. Fernando Corrêa da Costa, 559, 3º andar Informações: 3316-9178 Whats: 3316-9178.

17.04 – Pretah leva samba, MPB e sons regionais ao Palco Sesc

 

Quarta-feira 17/04, é dia de Palco Sesc e quem se apresenta desta vez é a cantora Pretah.

 

A ação é parceria do Sesc Cultura, integrante do Sistema Comércio e Shopping Campo Grande . A apresentação começa às 18h30, na praça de alimentação, aberta ao público.

 

Pretah apresenta um repertório repleto de músicas brasileiras, como samba, incluindo também canções de compositores regionais.

12, 13, 14, 19 e 22 – Fulano di Tal comemora 20 anos e circula por cidades de MS

 

Ao completar 20 anos de palco, o grupo de teatro Fulano di Tal celebra levando cultura e teatro para todas as regiões de Mato Grosso do Sul, por meio do projeto ´Fulano di Tal – Ato 20´. Desde sexta-feira (12), o grupo começa a circular com o espetáculo ´O Bem-Amado´ pela região sul, passando por Naviraí, Dourados e Rio Brilhante e, na próxima semana, desembarca na região oeste, passando por Nova Andradina e Três Lagoas. O projeto está sendo realizado com o incentivo do Fundo de Investimentos Culturais de Mato Grosso do Sul (FIC/MS), da Fundação de Cultura de MS (FCMS), do Governo do Estado de MS.

 

O espetáculo ´O Bem-Amado´ foi apresentado em Naviraí, na sexta-feira (12); em Dourados, nO sábado (13) e, em Rio Brilhante, no domingo (14).

 

Nesta semana, em Nova Andradina, no dia 19 e, em Três Lagoas, no dia 20.

 

Em livre adaptação da obra de Dias Gomes, o espetáculo, uma comédia política carnavalesca cheia de breguices, conta as peripécias malucas de Odorico Paraguaçu, um showman e também prefeito da cidade de Sucupira do Sul, que tem como promessa de campanha a inauguração de um cemitério municipal. Com o apoio das suas correligionárias, as irmãs Cajazeiras Dorotéa, Dulcinéa e Judicéa, a ajuda de seu secretário Dirceu Borboleta, do fazedor de defuntos Zeca Diabo e com os conselhos do Vigário da cidade, o prefeito precisa enfrentar a oposição de Neca Pedreira (dono do jornaleco da cidade) para cumprir sua promessa de campanha.

Com direção de Marcelo Leite, compõem o elenco do espetáculo: Douglas Moreira, Edner Gustavo, Luana Miranda e Nicoli Dichoff. As músicas são executadas ao vivo com o músico Ewerton Goulart. O espetáculo tem classificação de 14 anos e o ingresso é gratuito.

 

Após essa temporada pelas regiões sul e oeste, o grupo volta para a estrada em junho, circulando com o espetáculo ´O Santo e a Porca´, de Ariano Suassuna, pela região norte, nas cidades de Sonora, Pedro Gomes e Coxim e; pela região leste, passando por Guia Lopes da Laguna, Bodoquena, Nioaque e, também por Campo Grande.

 

Formações também integram a programação!

 

Além da circulação por todas as regiões de MS, o projeto ´Fulano di Tal – Ato 20´ também realiza formações internas (com os integrantes do grupo) e externas (para profissionais de fora), e manutenção dos espetáculos ´O Bem-Amado´ (entre março e abril) e ´O Santo e a Porca´ (entre maio e junho).

Com o propósito de proporcionar aos integrantes do grupo novos aprendizados e aprimoramento artístico, durante o mês de março foi realizada a oficina ´Em (Corpo) Técnica Klauss Vianna´, ministrada por André Tristão. Em setembro e outubro, o grupo terá a oportunidade de explorar a “Musicalização da cena (voz e instrumento)”, com Ewerton Goulart, mergulhando na intersecção entre música e performance, enriquecendo suas habilidades e perspectivas artísticas.

 

Artistas independentes, artistas de outros grupos e companhias, do interior e de Campo Grande, também terão a oportunidade de adquirir novos conhecimentos e experiências. Em agosto será realizada a oficina ´Teatro Expandido: a cidade como palco´, com Fernando Yamamoto, do grupo de teatro Clowns de Shakespeare, do Rio Grande do Norte. E, em setembro, acontece o workshop online ´Percursos Artísticos: processos e procedimentos de gestão do grupo de teatro Fulano di Tal´, com Marcelo Leite, um dos diretores do grupo.

 

Oprojeto ´Fulano di Tal – Ato 20´, do grupo de teatro Fulano di Tal, acontece até outubro deste ano, com apresentações de espetáculos por 12 cidades de Mato Grosso do Sul, oficinas e workshop. Acompanhe cada ato do projeto pelo Instagram do grupo @fulanodital.

 

Ficha Artística

Douglas Moreira

Edner Gustavo

Ewerton Goulart

Luana Miranda

Marcelo Leite

Nicoli Dichoff

Sirlei Sanches

Vaca Azul

Yuri Tavares

 

Convidados especiais

André Tristão

Fernando Yamamoto (Clowns de Shakespeare/RN)

 

Realização

Fulano di Tal

 

Investimento

Fundo de Investimentos Culturais de Mato Grosso do Sul (FIC)

Fundação de Cultura de MS (FCMS)

Governo do Estado de MS

 

21.04 – MS ao Vivo traz grupo Falamansa no Parque das Nações Indígenas

 

O MS ao Vivo no próximo dia 21 de abril vai colocar todo mundo para dançar no Parque das Nações Indígenas. Subirá ao palco o grupo Falamansa com aquele forró tradicional gostoso e o show de abertura Canaroots convida Louvadub e Sandim. A entrada é gratuita e os shows começam às 17h. O projeto é uma realização do Sesc-MS, Setesc, Fundação de Cultura e Governo de MS.

 

Falamansa

 

Rompendo todos os paradigmas comuns para um grupo musical, a Falamansa completa 23 anos de atividade ininterrupta e com a mesma formação. Se já não bastasse essa estatística ímpar no cenário musical brasileiro, a banda ainda ostenta ao longo de todos esses anos uma fidelidade cultural sem precedentes e uma linha temática em suas letras que caminha contrária a tudo o que acontece no mercado fonográfico nacional.

 

Tamanha ousadia ideológica, que para muitos seria um convite ao fracasso, nas entrelinhas da Falamansa se apresenta como a fórmula do seu sucesso, fazendo de sua sonoridade algo único e mantendo sua identidade intacta e inabalável. São mais de 8 milhões de discos vendidos, 13 álbuns, 2 DVDs e 1 Grammy latino na bagagem, além de muitas outras premiações ao longo da carreira. Tudo isso sem nenhum desvio de rota na sua proposta rítmica inicial, mantendo viva e presente a cultura brasileira do forró em seus trabalhos e sem nenhuma necessidade de apelação nas suas letras, fincando a cada obra, mensagens de alegria, fé, motivação, amor, superação atrelando a consciência social e ambiental, como estandartes de cada projeto.

 

A Falamansa completa este ano 23 anos de estrada e vem para reforçar a importância da banda no cenário musical brasileiro e principalmente para provar de uma vez por todas ao atual mercado fonográfico monocultural e de letras descartáveis que, o que é bom, fica para sempre.

 

14.04 – Madrigal UFMS inicia temporada de 2024 com musical de compositores clássicos

 

A apresentação da obra Magnificat SWV 468, do compositor Heinrich Schutz, será o destaque da apresentação que abre a temporada de concertos de 2024 do grupo Madrigal UFMS. O espetáculo será no dia 14 deste mês, a partir das 19h, na Paróquia Universitária da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB). O evento terá entrada livre e gratuita.

 

Magnificat é um cântico sacro recitado na ocasião da visitação de Maria à Isabel. O texto serviu de base para obras de vários compositores ao longo da história sendo que o alemão Heinrich Schutz elaborou quatro Magnificats”, explica o professor do Curso de Música da Faculdade de Artes, Letras e Comunicação e um dos coordenadores do projeto, Jorge Augusto Mendes Geraldo.

 

O concerto também contará com outras peças renascentistas, como o Magnum Mysterium de Tomás Luis de Victoria, e do século XX, com The Seal Lullaby, do compositor americano Eric Whitacre.

 

Segundo o professor Jorge Geraldo, a primeira apresentação de 2024 deve refletir a dedicação e preparação do grupo Madrigal. “O escolhido para esse concerto traz coro, solistas e instrumentos, incluindo trombones, violinos e contínuo. O Madrigal vem estudando e se preparando com muito empenho. Tenho certeza de que o público se encantará com essa obra que nunca foi apresentada no Estado”, ressalta.

 

O professor também destaca a escolha pela apresentação ser realizada na Paróquia Universitária da UCDB, que “além de belíssima, tem uma acústica propícia para a performance de coral, e isso engrandecerá o trabalho do Madrigal”.

 

O Madrigal UFMS é uma ação de extensão e pesquisa coordenada pelos professores Manoel Câmara Rasslan e Jorge Augusto Mendes Geraldo, que faz parte das atividades do Núcleo Sinfônico UFMS e Movimento Coral da UFMS e tem como finalidade a formação musical de estudantes e cantores de Campo Grande. O conjunto é composto por 19 componentes e em 2023 produziu a série Vox Praeteria com obras do período Renascentista em apresentações por diversos espaços da cidade.

 

11, 12 e 13.04 – Peça “Todo Redemoinho começa com um sopro” no Teatro Aracy Balabanian

 

O mês de abril nem bem começou e já traz consigo opção de arte para a população. É a peça “Todo redemoinho começa com um sopro” que estará em cartaz, nos dias de 11, 12 e 13 de abril (quinta-feira a sábado), no Teatro Aracy Balabanian, que passou por reforma e foi reinaugurado recentemente. Gratuitas, as sessões serão sempre às 20h, com distribuição de ingressos meia hora antes de cada apresentação ou reservas pelo Sympla. O teatro fica situado no Centro Cultural José Octávio Guizzo, Rua 26 de Agosto, 453, centro da Capital.

 

 

Com a recente reinauguração do Teatro Aracy Balabanian, a Cia OFIT escolheu o espaço para receber a peça por ser um local que já foi cenário de muitos trabalhos artísticos de MS e cujo próprio grupo já desenvolveu marcantes projetos.

 

“Para nós é a retomada de um espaço importante para o teatro sul-mato-grossense. A OFIT já esteve naquele palco com ‘A Serpente’, ‘No Gosto Doce Amargo das Coisas que Somos Feitos’ e tantos outros espetáculos. Inclusive, ‘No Gosto Doce e Amargo’ é uma peça que inspirou a criação da dramaturgia de ‘Todo Redemoinho começa com um sopro’”, destaca o diretor da Cia OFIT, Nill Amaral.

 

E, por falar em simbologia e lugares de memórias, o espetáculo que já vem sendo encenado há mais de 5 anos e passou por diversas cidades de MS, traz em sua trama algo que vai muito ao encontro com o Teatro Aracy Balabanian. Trata-se da história que está impregnada na parede de todo e qualquer imóvel, seja lar ou comércio, todo ponto físico guarda consigo uma narrativa à espera de atenção – espectador ou ouvinte.

 

Em “Todo Redemoinho começa com um sopro”, a dramaturgia traz a história de uma casa que, já sem sua moradora original, recebe dois jovens que têm a missão de empacotar objetos dessa mulher e assim esvaziar o local. Um gesto a princípio simples, mas, que no decorrer da história revela um verdadeiro inventário de significados estranhamente encaixotados. Memórias esquecidas à espera de um visitante.

 

Para a atriz Karine Araújo, que protagonizou o espetáculo “Groselha”, com direção e produção da Cia OFIT, fazer parte de “Todo redemoinho começa com um sopro” é a oportunidade de ter uma nova vivência artística.

 

 

“Antes de tudo é um prazer entrar para o elenco, trabalhar com o Nill sempre implica em muito aprendizado, e é muito bom dividir a cena com o Samir e com a Nadja”, enfatiza a jovem atriz que já esteve em cena pela OFIT com o espetáculo “Groselha”. “É um processo totalmente diferente, pois em ‘Groselha’ o desafio era trazer a força e todas as simbologias do peso de ser mulher, e em ‘Todo Redemoinho’ diz muito sobre a vida e sobre como entendemos o fim sob a perspectiva de mais de uma personagem”.

 

Programação

 

Idealizada pela Cia Teatral OFIT, a 2ª Edição da Semana Clarice Lispector em Cena, promove palestras, performances, bate papo e a apresentação do espetáculo “Todo redemoinho começa com um Sopro, dramaturgia inspirada elaborada a partir dos ecos de outra montagem da Cia Teatral OFIT, “No gosto doce e amargo das coisas de que somos feitos”, concebida no ano de 2007.

 

 

Com dramaturgia de Éder Rodrigues e direção de Nill Amaral, o espetáculo conta no elenco com Nádja Mitidiero, Samir Henrique, Karine Araújo e Luciana Kreutzer (participação em vídeo). Na coordenação de criação de espaço e visualidade da cena, Gil Esper; na iluminação e montagem, Rodrigo Bento e Dudu Leite; videografia e arte designer Bruno Augusto, e produção de Cia OFIT.

 

O projeto conta com apoio cultural do Centro Cultural José Octávio Guizzo, da FCMS – Fundação de Cultura do Mato Grosso do Sul, da Setesc – Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura, do Governo de Mato Grosso do Sul, do Sesc de MS – Fecomércio, Rádio Uniderp FM – Fundação Manoel de Barros, Dico Panificadora e da Faculdade de Comunicação, Artes e Letras (Facale/UFGD).

 

 

A 2ª Edição da Semana Clarice Lispector em Cena, contará também com a performance teatral “Memória MS”, nos dias 11, 17 e 18 de abril, às 19h, também no Teatro Aracy Balabanian. Trabalho que conta no elenco com André Tristão, Estefânia Bueno, Camila Brito, Nilce Maciel, Pepa Quadrini e Camila Morosini. Com direção e dramaturgia de André Tristão.

 

Informações sobre a 2ª Edição da Semana Clarice Lispector em Cena acesse as redes sociais (Instagram e Facebook) @ofitcia ou @fundacaodeculturams.

 

 

Todo Redemoinho Começa com um Sopro – 11 a 13 de abril – às 20h no Teatro Aracy Balabanian, Rua 26 de Agosto, 453, Centro de Campo Grande.

Entrada Franca – classificação 12 anos.

Reserva pelo link: https://bit.ly/4aPfjDI  (Sympla) 

 

Memória MS, nos dias 11,17 e 18 de abril, às 19h, no Teatro Aracy Balabanian. Entrada Franca.

 

12 e 13.04 – Sesc Partituras apreenta oficinas e concerto com o Trio OCAMP

 

Nos dias 12 e 13 de abril o Sesc Lageado, em Campo Grande, vai receber o projeto Sesc Partituras – Concertos locais, que terá oficinas para os alunos da unidade e concerto aberto ao público com o Trio OCAMP (Orquestra de Câmara do Pantanal).

 

Na sexta-feira, 12, às 15 horas, haverá concerto para os alunos da unidade. No sábado, dia 13, haverá masterclass pela manhã e às 15h tem concerto aberto à comunidade.

 

“Receber o Sesc Partituras para nós é uma alegria, uma vez que somos uma unidade dentro de um território periférico e que trabalha com orquestra e possibilidades dentro da música. Esse intercâmbio cultural com os professores é muito interessante para os alunos e para o nosso corpo técnico também”, avalia a gerente do Sesc Lageado, Cirlene Cruz.

 

O Trio 

 

Orquestra de Câmara do Pantanal é composto por Vinícius Lakus, no piano; Melissa Lazo, no violino e José Maikson, violoncelo, grupo formado pelo Moinho Cultural.

 

“Trazer pessoas que circulam o Brasil todo, alguns até de fora, para dentro desse território, formando uma plateia e dando oportunidade de que, além dos alunos, a comunidade possa sentar e ouvir e participar de um concerto, é uma possibilidade incrível e a gente fica muito feliz em receber essa primeira etapa do projeto Sesc Partituras”, diz a diretora regional do Sesc MS, Regina Ferro.

 

Sobre

 

A série de Concertos Sesc Partituras está completando 12 anos em 2024 e promove o acesso do público às obras do site Sesc Partituras através de apresentações ao vivo. São 60 concertos anuais em unidades de todo o país, estimulando a produção cultural e acesso à música brasileira.

 

O Sesc Partituras é uma biblioteca virtual de música composta por partituras digitais, obras transcritas através de programas de editoração musical. O acervo do projeto contempla músicas de compositores brasileiros de várias gerações, desde o período colonial até os dias de hoje com obras originais de interesse histórico. O site disponibiliza o acesso gratuito às partituras.