Alexandre Kenji e Karina Marques abrem temporada 2021 do Som da Concha

 

O músico Alexandre Kenji e sua banda e a cantora Karina Marques vão abrir a temporada 2021 do Som da Concha. O show acontece neste domingo, 12 de setembro, a partir das 18 horas, na Concha Acústica Helena Meirelles.

 

O evento vai ser realizado, pela primeira vez, de forma híbrida, com transmissão ao vivo pelo Facebook e Youtube da Fundação de Cultura, e com entrada presencial liberada para 238 lugares marcados na arquibancada, respeitando o distanciamento social. Serão respeitados todos os protocolos de biossegurança: o uso de máscara será obrigatório, haverá álcool em gel no local para utilização dos presentes e recomenda-se que cada um leve sua própria garrafinha de água, para uso pessoal. Os lugares na arquibancada serão preenchidos conforme ordem de chegada do público.

 

Para o diretor-presidente da Fundação de Cultura de MS, Gustavo Cegonha, “a modalidade híbrida atende a um anseio da classe artística e, tomando as medidas de segurança necessárias,  como público limitado a 25% da capacidade do local e distanciamento nas arquibancadas, terá caráter experimental pelos próximos três meses”.

 

O campo-grandense Alexandre Kenji traz ao público um show autoral com músicas com muito gingado no estilo MPB, flertando com o pop rock e o samba, como “Quando a dor da gente aparece nos jornais”, “Manifesto contra a solidão” e “Navio de Iemanjá”. O público vai poder conferir todo o talento de compositor do Alexandre, que com as letras de suas músicas, contextualiza o cenário atual do país. “Quando a dor da gente aparece nos jornais”, por exemplo, aborda a forma como a tragédia de Santa Maria foi retratada pelos jornais brasileiros na época.

 

Sua banda é composta por talentosos músicos como Jimmy Andrews, no violão, Sergio Henrique Soares Lima, no baixo, Daniel Magela Ribeiro, na bateria, Davi Galvão de Souza, na guitarra e Pedro Silva Fernandes, no teclado.

 

Alexandre participou do 22º Festival Universitário da Canção, em 2014, tendo recebido a premiação de Melhor Intérprete. Também já esteve aqui no palco do Som da Concha como violonista da banda Professor Lao, de abertura para o show da Jennifer Magnética. Desta vez, vai se apresentar como cantor solo, com sua banda e composições próprias.

 

Logo depois da apresentação de abertura, sobe ao palco da Concha Acústica Helena Meirelles a cantora e compositora Karina Marques, com o show “Tudo que eu faço de conta”. O show traz uma nova safra de músicas inéditas que falam de amor: dos amores que dão certo, dos amores que não dão certo e principalmente dos amores que ainda não aconteceram.

 

 

O repertório vem cheio de brasilidade. Suas composições passeiam livremente por estilos diferentes e a maioria delas nasceram nos últimos dois anos. Além de seu trabalho autoral, algumas canções foram escolhidas a dedo dentro nova geração da MPB para serem interpretadas. Entre eles Luedji Luna, Francisco Gil, o Fran, Clara Valverde e Victor Mus.

 

Uma surpresa pra desse show é um encontro em família no palco, revelando novos talentos, mostrando que a música tá no sangue. Pra formar a banda Karina convidou Marcelo Fraga, seu cunhado que é guitarrista que foi um grande parceiro desde o começo da carreira, e seus sobrinhos Raíssa Nogueira e Lucas Nogueira nos vocais. Lucas ainda terá uma participação especial com uma música de sua autoria, revelando seu talento como compositor.

 

Pra completar o time, Neio de Jesus vem na percussão dando o molho da brasilidade e Jasiel Xavier completa a cozinha no contra-baixo.

 

Som da Concha

 

O projeto criado em 2008 pela Fundação de Cultura proporciona shows aos finais de semana com entrada franca na Concha Acústica Helena Meirelles, que fica no Parque das Nações Indígenas. O projeto valoriza e difunde a produção musical sul-mato-grossense, selecionando músicos instrumentistas ou cantores solos, bandas ou grupos musicais residentes em Mato Grosso do Sul.

 

 

Devido à pandemia do Covid-19, a edição 2020 do projeto acontece de forma híbrida, com transmissão ao vivo pelo www.youtube.com/fundacaodeculturamsoficial e pelo Facebook da Fundação de Cultura de MS, e com público presencial com entrada liberada para 238 pessoas, marcados na arquibancada, por ordem de chegada.

Sesc no Bosque hoje: música com Hugo Carneiro e muita diversão para as crianças

 

Neste sábado, dia 11 de setembro, o Sesc no Bosque levará muita música para a praça de alimentação do Shopping Bosque dos Ipês partir das 12h. E a animação fica por conta de Hugo Carneiro, músico conhecido na cidade de Campo Grande, apresenta um som autoral incrível, além de grandes clássicos da MPB e rock nacional.

 

E não para por aí, às 14h na Arena do Bosque tem recreação, promovendo o bem-estar e integração entre a família. O simples brincar aproxima as pessoas, causando euforias, promovendo novas experiências, bem com o resgate da infância adulta. Dessa forma o Sesc Camillo Boni, promoverá uma tarde de diversão e alegria aos participantes.

 

E fechando a programação, às 15h30, o “Tradicional Pocket Show” do Circo de Le Chapeau faz uma viagem aos circos itinerantes, onde são apresentados os melhores e mais premiados artistas do mundo, mesmo que isso seja apenas mais um truque de publicidade.

 

Sesc no Bosque – O Sesc no Bosque acontece todos os sábados e será realizado até dezembro com apresentações musicais, teatro e recreação, proporcionando entretenimento e cultura para toda família.

 

O Shopping Bosque dos Ipês fica na Av. Cônsul Assaf Trad, 4796 – Parque dos Novos Estados. Mais informações sobre as atrações do Sesc pelo telefone (67) 3311-4300 ou WhatsApp pelo número (67) 99838-1371. Acompanhe as ações do Sesc Cultura @sescculturams e Facebook/sescculturams.

Sesc leva programação infantil e musical à Coophavila e 14 de Julho no fim de semana

 

Neste fim se semana as atividades do Sesc MS vão levar atividades culturais para a criançada  e música para toda a família no bairro Coophavila II e 14 de julho, resultado de ação conjunta entre o Sistema Comércio – Sesc e a Sectur.

 

No Sábado do Agito, que será realizado desta vez na Quadra Poliesportiva do Centro Comunitário da Coophavila II, as atividades começam às 16h30, com Contação de Histórias pelo grupo Batucando Histórias. Serão apresentadas histórias musicadas com textos e melodias autorais, por meio da adaptação de enredos com contação de histórias, cantigas e humor.

 

Às 18h tem Teatro de Bonecos com o Grupo Tareco-Treco, eles cantam, dançam, brincam e animam a criançada, ensinando a importância da preservação.

 

Fechando a programação, tem apresentação do cantor Chokito, às 19h. Chokito é um dos principais nomes do samba em Mato Grosso do Sul. Carioca de nascimento, ele fez carreira aqui no Estado. Já lançou 2 CDs com os antigos companheiros e agora investe no palco sozinho.

 

No Domingo na 14, as ações se concentram no cruzamento da 14 de julho com a Barão do Rio Branco. Às 17h entra em cena o grupo Batucando Histórias e às 18h tem o Espetáculo – Histórias de Brincar com Edu Brincante. Nesta apresentação, música, histórias orais, uso de bonecos e objetos trabalhados artesanalmente em interação total com a plateia.

 

Chicão Castro se apresenta às 19h, contagiando o público com sua voz e alegria.

Lutas femininas, gordofobia e meio ambiente: leituras sugeridas pela curadoria do Sesc

 

A curadoria do Sesc Cultura traz para este mês de setembro títulos que permeiam diversos temas de debates atuais na sociedade. A curadoria sugere os títulos disponíveis para empréstimo na unidade, com foco em quem está em busca de um programa de leitura.

 

Todas as semanas é divulgado nas redes sociais @sescculturams o título do livro, gênero, classificação e uma breve sinopse. Confira a programação de leitura sugerida:

 

1ª semana – Livro: O homem que plantava árvores, de Jean Giono. Sinopse: Caminhando sozinho pelo sul da França, um rapaz se vê em maus lençóis: a paisagem é desértica, o vento ruge como uma fera, os vilarejos estão em ruínas e não se encontra água em nenhum lugar. Quando já vai perdendo a esperança, um velho pastor de ovelhas lhe dá água e abrigo. Só que esse não é um pastor como os outros. Quieto e calado, dedica-se mais que tudo a semear árvores que planta em toda parte. Os anos passam, a região vai cobrando outros ares e vida nova, sem que ninguém saiba como se produziu tamanha transformação ― ninguém, a não ser os leitores desta fábula inspiradora.

 

2ª semana – Livro: A gorda, de Isabela Figueiredo. Sinopse: Maria Luísa, a heroína deste romance, é uma bela moça, inteligente, boa aluna, voluntariosa e com uma forte personalidade. É gorda, e isto, esta característica física, incomoda-a de tal modo que coloca tudo o resto em causa. Na adolescência sofre, e aguenta em silêncio, as piadas e os insultos dos colegas, fica esquecida, ao lado da mais feia das suas colegas, no baile dos finalistas do colégio. Mas não desiste, não se verga, e vai em frente, gorda, à procura de uma vida que valha a pena viver.

 

3ª semana – Livro: Para o ator, de Michael Chekhov . Sinopse: O livro de Michael Chekhov questiona as nossas concepções éticas e estéticas, independente do fato de sermos profissionais da arte dramática ou não. Nesse ponto é obra indispensável a todos os que trabalham no campo da criação. É obra obrigatória para os dramaturgos. E por que não dizer para todos os seres sensíveis que buscam na beleza e na emoção uma forma de existência compatível com a fantasia que habita cada um de nós.

 

4ª semana – Livro: Calibã e a bruxa: mulheres, corpos e acumulação primitiva, de Silvia Federici. Sinopse: Um livro que traz luz sobre duas questões históricas muito importantes: como explicar a execução de centenas de milhares de “bruxas” no começo da Era Moderna, e por que o surgimento do capitalismo coincide com essa guerra contra as mulheres. Segundo esse esquema, a caça às bruxas buscou destruir o controle que as mulheres haviam exercido sobre sua própria função reprodutiva, e preparou o terreno para o desenvolvimento de um regime patriarcal mais opressor. Essa interpretação também defende que a caça às bruxas tinha raízes nas transformações sociais que acompanharam o surgimento do capitalismo.

 

5ª semana – Livro: Rodin, de Daniel Kiecol. Sinopse: A arte era mais importante que qualquer outra coisa para o fundador da escultura moderna e ele criou esculturas que gozariam de uma reputação duradoura, incluindo The Kiss, The Thinker, e The Burghers of Calais. Estas e muitas outras esculturas são aqui reproduzidas com fotos de alta qualidade, mostrando todo o espectro da longa e produtiva carreira de Rodin.

 

Biblioteca – Com amplo acervo de títulos, incluindo materiais em inglês, a biblioteca do Sesc Cultura, em Campo Grande, conta com ferramentas que facilitam a escolha e reserva dos títulos. O catálogo é disponibilizado no site Bibliotecas Sesc, as reservas são feitas pelo WhatsApp (67) 3311-4417 e o acesso físico é liberado apenas para devoluções e retirada de livros e filmes.

 

Serviço – O Sesc Cultura está localizado na Avenida Afonso Pena, 2270 – Centro, Campo Grande – MS. Informações pelo telefone (67) 3311-4300 ou pelo WhatsApp (67) 3311-4417.

Inscrições para diversas oficinas de arte do projeto REMI estarão abertas até o dia 17

 

Estão abertas as inscrições para diversas oficinas culturais a serem ministradas no Memorial da Cultura Indígena Cacique Enir Terena. Elas fazem parte do projeto REMI, idealizado pelo grupo musical Projeto Kzulo. Os interessados podem acessar o site para se inscrever até o dia 17 de setembro: www.projetoremi.com/. As aulas começam a partir do dia 18 de setembro e seguem pelos quatro sábados seguintes.

 

 

Serão ministradas 7 oficinas com aulas aos fins de semana: arte urbana, com o professor Victor Macaulin; fotografia, com o fotógrafa Thauanny Maíra; performance e corpo com a artista Flora Lira; arte terena em dança, trajes e grafismo com Bianca Francelino e arte terena Gráfica em tela de Bryant Soares (indígenas jovens da Marçal de Souza); teatro imaginário e afetivo, com o ator Jefley Maurício; e musicalização pelo ritmo, com o músico Anderson Salgado. Cada turma será composta de até 10 jovens (por motivos de distanciamento social), que morem, preferencialmente, na região da aldeia urbana Marçal de Souza, localizada no bairro Tiradentes, na primeira turma. Haverá uma segunda turma no bairro das Moreninhas.

 

De acordo com um dos idealizadores e produtor do projeto, o arquiteto e artista de multilinguagens Julian Vargas, a escolha das oficinas foi primeiro ofertada pelos parceiros do Projeto Kzulo, o qual ele integra, e depois conversada com pessoas próximas à comunidade. “Foi uma construção coletiva, deixamos aberto para eles oferecerem, pensarem nas áreas, tudo foi conversado”, afirma.

 

“A parte das artes visuais vai contar com questões contemporâneas, como a linguagem fotográfica, arte urbana, grafite, lambe, assim como questões tradicionais, como a arte indígena Terena. No teatro também há a linguagem da performance, que é algo mais moderno e também terá uma abordagem mais afetiva na outra oficina, um outro tipo de pesquisa. E ainda será oferecida a musicalização, que aborda o ritmo, entre outras áreas da música”, explica.

 

Nos meses de outubro e novembro essas mesmas oficinas serão ofertadas (numa segunda turma) para moradores das Moreninhas, como continuidade do projeto, preferencialmente para jovens e mulheres que vivem no bairro. As inscrições também já podem ser solicitadas e para mais informações sobre essas atividades acompanhe a página do projeto no Instagram (@projetoremi)

 

Projeto REMI

 

O projeto REMI – acrônimo para Reconstrução de Memória e Identidade – foi idealizado pelos músicos do projeto Kzulo e aprovado no edital do FMIC (Fundo Municipal de Investimentos Culturais), da Sectur (Secretaria Municipal de Cultura e Turismo), promovido pela Prefeitura Municipal de Campo Grande.

 

Ele propõe um trabalho de ação social participativa, que visa estudar a respeito da memória e identidade dos jovens de Campo Grande. A primeira etapa será realizada nos meses de setembro e outubro na aldeia urbana Marçal de Souza e, nos meses de outubro e novembro, o projeto continua nas Moreninhas. “Para trabalhar essa questão de memória e identidade vamos utilizar as expressões artísticas”, frisa Julian.

 

O arquiteto conta que a ideia do projeto surgiu há cerca de dois anos, a partir de um anseio artístico. “Estávamos pensando em gravar uma música em um estúdio e fazer um videoclipe, mas, durante as conversas, decidimos que não queríamos apenas isso. Nós chegamos à conclusão de que deveríamos fazer um projeto que fosse executado junto às comunidades, em bairros de Campo Grande, mas ainda assim falasse sobre as músicas que estávamos compondo”, lembra.

 

Depois disso o projeto foi crescendo, adentrando à área pedagógica e com um maior alcance. Tanto que, após as atividades, serão desenvolvidos relatórios mostrando quais as necessidades culturais das duas localidades atendidas pelo projeto.

 

A aldeia urbana Marçal de Souza e as Moreninhas foram escolhidas de acordo com músicas do grupo. Os idealizadores se inspiraram em duas delas: “Santa Caminhada”, um poema que trata da questão indígena e “Morena Babilu”, que fala sobre as mulheres de Campo Grande. “A gente foi atrás desse público, para trabalhar com essas causas. Outros dois músicos do Projeto Kzulo, o Ricardo e Alejandro têm contatos nessas duas comunidades e optamos por realizar o projeto nelas”, conta Julian.

 

O músico ainda ressalta a importância das políticas públicas culturais no papel dessa formação de identidade e memória para os jovens da periferia. “Campo Grande tem o fundo de investimentos, o Estado também possui um fundo e esse conjunto de políticas públicas, que ainda pode melhorar bastante, é fundamental para que haja o incentivo cultural, pois aproxima as pessoas da cidade e leva lazer a elas. Essas políticas deveriam fazer do conceito e preceitos de todas as cidades para o bem-estar de seus moradores”, finaliza.

 

No fim de cada período de oficinas a produção organizará um evento na comunidade. Dentro do projeto ainda haverá a produção de dois videoclipes do Projeto Kzulo e a gravação de um documentário sobre seu desenvolvimento. Alunos das oficinas participarão de todo este processo audiovisual.

 

As inscrições para as oficinas podem ser feitas pelo site www.projetoremi.com/ e presencialmente no Memorial da Cultura Indígena Cacique Enir Terena, localizado na rua Galdino Pataxó, 131, na aldeia urbana Marçal de Souza, no bairro Tiradentes. Moradores das Moreninhas também já podem solicitar a inscrição pelo site. Para mais informações, acompanhe a página do Instagram do projeto (@projetoremi).

Companhia das Rosas estreia espetáculo CATASTRÔFE dirigido por Carla Candiotto

 

Desde sábado, 4 de setembro, o público infantil passou a ter a oportunidade de conferir o espetáculo CATASTRÔFE, que será apresentado exclusivamente no Facebook. Idealizado pela Companhia das Rosas, CATASTRÔFE é um espetáculo de teatro de bonecos e circo, em formato audiovisual. Em cena, a história de Rosa, uma menina que, em período de isolamento social, sente-se sozinha e chateada. Dentro do seu quarto, cria um circo com seus bonecos e consegue se comunicar com seus vizinhos através a da sua janela.

 

O espetáculo é livremente inspirado no livro “O Circo Catástrofe” de Benjamin Chaud, em que a protagonista adora o circo e cria peripécias arriscadas dentro de casa. Em CATASTRÔFE, nossa protagonista, uma menina-boneca, tenta se comunicar com seus vizinhos e, para eles, faz números de circo com seu cachorro acrobata como cúmplice e assistente. Com suas invenções ela contagia e alegra os vizinhos. O que vemos é uma imagem de comunhão da vizinhança – um manifesto nos tempos de hoje, em que tanto a falta do outro como a comunicação por meio das janelas tornaram-se muito presentes.

 

O espetáculo será transmitido durante a primeira quinzena de setembro na plataforma do Facebook em 6 diferentes perfis de espaços culturais públicos da cidade de São Paulo, e contarão com a interação ao vivo das artistas. Durante a transmissão acontecerá a interpretação simultânea para linguagem de sinais.

 

A criação do espetáculo integra o projeto de mesmo nome, e conta também com a realização de uma oficina de circo para crianças. A oficina Cir Casa fecha a programação e acontecerá no dia 12 de setembro, pelo aplicativo Zoom. Os interessados deverão fazer sua inscrição pelo site do Sympla, mas a atividade é gratuita e sem restrição de idade. A oficina será ministrada pelas artistas da companhia, Erica Stoppel e Luara Bolandini, e durante a atividade serão exibidas cenas da boneca Rosa com posterior realização de atividades corporais estimuladas pelas artistas.

 

O projeto foi realizado com apoio do Edital de Fomento ao Circo- 5ª edição, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura da cidade de São Paulo

 

Companhia das Rosas:

A Cia das Rosas surgiu em 2017 a partir de uma parceria criativa, que se estabeleceu entre Erica Stoppel e Luara Bolandini, sobre uma pesquisa centrada na relação entre a arte circense e o teatro de bonecos.  Em busca de um discurso poético sobre o trapézio que pudesse se distanciar do arquétipo da mulher trapezista, surgiu a criação de “um outro corpo”, o corpo boneca, que pudesse se adaptar às necessidades técnicas que o corpo da manipuladora e a movimentação no trapézio solicitam.

 

 

FICHA TÉCNICA:

Direção: Carla Candiotto

Assistente de direção e direção de manipulação: Adriana Telg

Criação de roteiro: Adriana Telg, Carla Candioto, Erica Stoppel e Luara Bolandini

Direção de Arte: Mandy

Artistas intérpretes: Erica Stoppel e Luara Bolandini

Trilha Sonora: Rodrigo Zanettini e Vinicius Politano

Adereços: Bruna Recchia

Fotos: Carlos Gueller

Produção: Lu Gualda/Palco de Papel Produções

Assessoria de Imprensa: Moretti Cultura e Comunicação

 

 

ESPETÁCULO CATASTRÔFE

 

04/set às 15h: Casa de Cultura Raul Seixas;

Facebook: @CasaDeCulturaRaulSeixas

 

05/set às 11h: Casa de Cultura Campo Limpo

Facebook: @ccampolimpo

 

05/set às 14h: Casa de Cultura Butantã

Facebook: @ccbutanta

 

11/set às 10h: Biblioteca Infantojuvenil Monteiro Lobato

Facebook: @bijmlobato

 

11/set às 15h: Casa de Cultura Vila Guilherme- Casarão

Facebook: @CCCasarao

 

12/set às 15h: Centro Cultural Vila Formosa

Facebook: @ccvilaformosa

 

Duração: 40 minutos

Classificação: livre

 

 

OFICINA INFANTIL CIR CASA

 

12/set às 16h30; OFICINA INFANTIL Cir Casa

Link para inscrição: https://www.sympla.com.br/oficina-infantil-cir-casa__1311856

Inscrições gratuitas até 12/09

Duração: 60 minutos

Classificação: livre

Quantidade de participantes limitada a 30 crianças

Setembro do Sesc Cultura tem pinturas, dança, modelagem e contação de história

 

A programação infantil que o Sesc Cultura preparou para o mês de setembro tem atividades para divertir e ensinar por meio da ludicidade. As videoaulas são postadas sempre aos sábados às 9 horas nas redes sociais @sescculturams e Facebook/sescculturams.

 

É preciso estar atento e separar o material necessário, informado na semana da atividade.

 

Ontem (4), a criançada fez a Oficina de pintura assoprada, em que assoprar a tinta se torna em expressão de formas abstratas, árvores e até cabelos bem malucos e coloridos.

 

No dia 11 haverá a Oficina de Chapéu de Cangaceiro, que vai mostrar o passo a passo para fazer um chapéu como igualzinho ao usado por cangaceiros, com moedas santinhos, cruzes, estrelas e outros símbolos. Em seguida, os pequenos acompanham a contação de história O Rei do Baião, com a professora Keyla Brito.

 

No dia 18 de setembro será postada a Oficina de pintura com as cores primárias, com o passo a passo de uma linda pintura sobre tela usando somente as cores vermelha, azul e amarela.

 

No último sábado do mês, 25, tem a Oficina de modelagem do rosto em argila que vai ensinar às crianças a modelagem de um rosto cheio de expressão. A criançada também vai entrar na dança com a oficina “Bolhas de sabão! Experimentando como estourá-las”. A oficina vai ensinar a construção de um soprador de bolhas personalizado e também estimular a criançada a se movimentar criativamente para estourar as bolas.

 

Informações pelo telefone (67) 3311-4300 ou pelo WhatsApp (67) 3311-4417. Acompanhe as ações do Sesc Cultura @sescculturams e Facebook/sescculturams.

Sesc segue com programação cultural no Shopping Bosque dos Ipês em setembro

 

Neste mês de setembro a programação cultural do Sesc no Bosque segue levando muita diversão para toda família, com ações todos os sábados a partir das 12h.

 

Quem abre a programação hoje, 4, às 12h, é a cantora Marina Dalla levando sempre um estilo musical diferenciado que mistura MPB com Pop Rock.

 

Logo depois, às 14h, é a vez da recreação com atividades lúdicas, promovendo o bem-estar e a integração entre a família.

 

E fechando a programação, às 15h30, o “Tradicional Pocket Show” do Circo de Le Chapeau faz uma viagem aos circos itinerantes, onde são apresentados os melhores e mais premiados artistas do mundo, mesmo que isso seja apenas mais um truque de publicidade.

 

Sesc no Bosque – O Sesc no Bosque acontece todos os sábados e será realizado até dezembro com apresentações musicais, teatro e recreação, proporcionando entretenimento e cultura para toda família.

 

 

O Shopping Bosque dos Ipês fica na Av. Cônsul Assaf Trad, 4796 – Parque dos Novos Estados. Mais informações sobre as atrações do Sesc pelo telefone (67) 3311-4300 ou WhatsApp pelo número (67) 99838-1371. Acompanhe as ações do Sesc Cultura @sescculturams e Facebook/sescculturams.

Temporada 2021 do Som da Concha começa no dia 12 deste mês, em Campo Grande

 

O projeto Som da Concha, edição 2021 promovido pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), acontece nos meses de setembro, outubro e novembro, com os selecionados do último edital. Os shows acontecerão de 12 de setembro a 07 de novembro, sempre aos sábados e domingos a partir das 18 horas. Na semana que vem vai ser divulgado se esta edição vai ter público presencial ou vai ser no formato de lives.

 

No primeiro dia de show, no domingo, dia 12 de setembro, a abertura será com Alexandro Kenji, às 18 horas, e o fechamento será com Karina Marques, a partir das 19 horas.

 

No fim de semana seguinte os shows começam no sábado, dia 18, com Dovale e General R3 and the Black Family. No domingo 19 sobem ao palco Juninho MPB e Miguelito.

 

Femme Lounge e Tom Alves tocam no Som da Concha do dia 02 de outubro, sábado, e no domingo 03 é a vez de Ariadne e Simona. Kelly Lopes e Os Alquimistas tocam no sábado, dia 16, e no domingo, 17, sobem ao palco os artistas Rodrigo Nogueira e Otávio.

 

Fechando as apresentações do mês de outubro, Tarsos Morais e Gilson Espíndola se apresentam no sábado, dia 30, e Projeto Kzulo e Diego Baroza no domingo, dia 31.

 

No último fim de semana do projeto, os artistas RCR e Renatto Jackson se apresentam no sábado 06 de novembro, e no domingo, 07, é a vez de Gustavo Vilarinho e Lucas Rosa, na abertura, e Érika Espíndola, no show de encerramento.

 

“O projeto Som da Concha sempre teve como característica a pluralidade. Não existe um estilo musical que tenha predileção na seleção e a programação deste ano reafirma isso. O público vai poder conferir shows de diferentes vertentes”, conta Vitor Maia do Núcleo de Música da Fundação de Cultura de MS.

 

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O projeto criado em 2008 pela Fundação de Cultura proporciona shows aos fins de semana com entrada franca na Concha Acústica Helena Meirelles, que fica no Parque das Nações Indígenas. O projeto valoriza e difunde a produção musical sul-mato-grossense, selecionando músicos instrumentistas ou cantores solos, bandas ou grupos musicais residentes em Mato Grosso do Sul